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29 de junho de 2011

Tem como remediar?

Daí que aquele bebê anjo (by teste EDB), que mal dava trabalho (depois do 2° mes), que era carinhoso, obediente, chorava no primeiro não, parava tudo e obedecia a minha voz, decidiu aumentar o estoque de cabelos brancos da mamãe aqui e me deixar com a cara no chão na maioria das vezes.
E ao mesmo tempo que ele desobedece, faz birra, se joga no chão, fica nervoso, ele também sabe como conquistar o coração da mãe: manda beijinhos, entre uma ordem desobedecida e outra, e ouso dizer que ele sabe, sim nos altos dos seus 14 meses, como enlouquecer sua mãe e ao mesmo tempo "abrandar" sua situação.

Então agora estamos assim: Tira Bryan do banho, ele pega os potes de shampoo e condicionador e lança na pobre mãe, como se não bastasse,ainda sai distribuindo tapas voadores, que pegam no rosto, braço, e outro dia ele acertou em cheio meu nariz que até sangrou.
E não é só na hora do banho, se ele não quer sair de algum lugar (da casa da vovó por exemplo), e eu vou pegá-lo no colo, ele faz corpo mole, deita no chão, grita e pra acabar me bate (forte devo dizer).

Nunca pensei que o Bryan fosse ficar assim, pois ele sempre foi muito obediente, com 7,8 meses só de ouvir a palavra não ele abaixava a cabeça e começava a chorar e parava na hora, mas aos 13 meses sua personalidade mudou radicalmente.Parece que ele usa um tampão no ouvido e não me ouve, e isso gera uma série de comentários (que não estou sendo firme, que eu não era assim quando bebê e etc).
Eu falo firme sim,só não grito (fui criada aos gritos pelo meu pai e odeio que gritem comigo) mas olho bem nos olhos dele, sem rir, sem achar graça e falo que não quero que aquele tipo de comporamento se repita, e sabe o que ele faz? joga beijinho e continua fazendo algo de errado.

Eu me pergunto onde errei?? o que estou fazendo de diferente de antes? quero tentar aceitar que é só uma fase, que vai passar, mas sinto que fracassei em alguma parte.Ouvir minha mãe dizer que nessa idade eu nunca fiz uma malcriação ou birra me deixa muito chateada, parece que não estou sendo boa mãe, que não tenho controle sobre meu próprio filho.
Meu medo maior é quando o segundo baby chegar, como Bryan iria reagir tendo um irmãozinho, se o ciúme faria tudo piorar, se ele iria me desobedecer pra chamar atenção ou algo parecido, mas não vou sofrer por antecipação.
Será que vendem algum tônico da obediência??

bjos
2 de junho de 2011

Meu filho agressivo??

Bryan sempre foi um bebê calminho (exceto os primeiros meses que eram aquela choradeira clássica por causa das cólicas) nunca puxou um cabelo, nunca reparei muito ciúme da parte dele quando eu estou com outra criança no colo, nunca bateu em ninguém, sempre foi pacifico, na dele, sério como sempre, vez ou outra distribuia um sorrisinho, mas de uns meses pra cá tudo mudou.
Lembram o amiguinho dele? o Daniel (que é 1 mes mais velho), os pais dele são grandes amigos nosso, conheci primeiro a Roseli quando ainda fazia biologia, e ela é a única amizade daquele tempo que mantenho contato direto, acho que por causa da maternidade (se tem uma coisa que pode afastar ou aproximar alguem, essa coisa é a maternidade) depois que eu descobri a gravidez ela passou a me dar muitos conselhos (e olha que eu sou mais velha 4 anos) e a partir daí vivemos grudadas...rs

Bem,mas vamos ao título do post, o primeiro bebê que Bryan teve contato foi o Daniel, eu e Rose já faziamos mil planos quando eles ainda estavam na barriga, que eles iriam ser melhores amigos, ir pra São Januário juntos assistir os jogos do vascão, quem sabe montar uma banda de rock (já que ambos os pais são guitarristas), e é muito engraçado ficar imaginando como será a amizade dos dois quando forem maiores, poderiam falar que são amigos de infância, etc, blá blá... Mas depois que Bryan completou 12 meses ele passou a ver o Daniel como concorrência. Bryan não suporta que ele pegue seus brinquedos, não gosta quando eu pego o Dan no colo, não deixa o Dan entrar no seu "espaço" da cômoda, e começou a fazer o que eu mais temia: agredir o amiguinho. Ontem eles vieram assistir o jogo do Vasco, e Bryan puxou o cabelo dele com tanta força que deu pena, Dan começou a chorar de soluçar, apesar dele ser mais fortinho que Bryan ele é super sensível, se alguem sai do quarto onde ele está, pode ser eu ou Bruno ele começa a chorar, ele é muito carinhoso e sentido. E minha cara foi no chão, briguei firme com o Bryan, dessa vez ele não riu, mas voltou a puxar o cabelo dele mais 2 vezes, o empurrou e pra finalizar ficava toda hora tirando os brinquedos da mão dele.

Maridóviski queria dar tapinha na mão, mas quer saber? eu não concordo com este método, acho que não ensina nada a criança, falei para ele só chamar a atenção sério e se ele voltasse a fazer colocá-lo no colo afastado do Daniel (nada de berço...rs).Se tem uma coisa que estamos sempre conversando aqui é sobre a criação do Bryan, como os dois são pais de 1° viagem, ficamos perdidos as vezes sem saber o que fazer, mas uma coisa que sempre combinamos é de nunca bater, nem tapinha na mão, nem no bumbum, em lugar nenhum, acho que tapa gera tapa e isso seria base para ele repetir o comportamento dele, do tipo: se mamãe e papai me batem vou bater também.Eu apanhei algumas vezes quando era criança, e só lembro de ficar chamando minha mãe de chata e desejar que ela tivesse um treco para nunca mais me bater, já o Bruno apanhou demais coitado, a própria mãe admite que as vezes era dura demais, uma vez relatou que deu uma surra de toalha molhada (palavras dela) e que Bruno ficou roxo ,cheinho de hematomas, e depois ela sentiu pena e foi abraçá-lo...se é pra se sentir culpada depois prefiro não fazer.

E depois de ter falado firme que ele não podia fazer mais aquilo, eu ensinei ele a fazer carinho no amiguinho, assim como ele faz com agente, nessa questão ele sempre foi muito carinhoso, de passar a mão no meu cabelo com a maior delicadeza, e depois ainda colocar a fraldinha no meu rosto para fazer o que eu chamo de "cafungar" (ele coloca o rosto bem coladinho no meu e esfrega), depois do chororô dos dois, Bryan se aproximou do Dan e começou a fazer carinho no cabelo dele,e os dois ficaram bem pelo resto da noite, e entre tapas e carinhos todos se salvaram (exceto pela vergonha que estou sentindo até agora).

Com todo esse ciúme fico pensando como seria a reação do Bryan ao irmãozinho (a), será que ele vai ver o irmão (ã) como concorrência? será que vai ter ciúmes do novo bebê? Esses pensamentos me deixam bem confusa sobre o ter ou não o 2° filho tão próximo.Se bem que minha mãe deu um espaço de 7 anos quando teve minha irmã caçula, e eu sentia muitos ciúmes e tentei até afogar a bichinha na banheira.Acho que só "vivendo" na pele pra saber. E as mamys de 2 filhos, como fizeram para lidar com o ciúme??

bjos
23 de maio de 2011

2° filho? ter ou não ter, eis a questão...

Já de cara digo que essa é uma questão que me divide desde o 3° mes de vida do Bryan.
Eu sempre quis ter uma familia numerosa, cresci com 2 irmãs, a mais velha tem apenas 1 ano e 9 meses de diferença. Claro que tinhamos nossas muitas briguinhas (e como), mas era divertido ver as pessoas perguntando se eramos gêmeas (minhas mãe nos vestia com roupas iguais), e sempre pensei em não dar muito tempo do primeiro pro segundo filho.

Quando conheci Bruno fiquei espantada com a quantidade de tios: 14. Imagina como são os natais e ano novo na familia dele? sempre gostei desse climão, mesa cheia, amigo oculto com bastante gente, peru acabando antes da 00:00, muitos beijos e abraços e etc, eu sempre quis isso pra mim. Desde sempre falava que queria ter 3 filhos (assim como minha mãe), Bruno já não tem o mesmo pensamento que eu, quando questiono sobre mais filhos ele fala que tá ótimo só o Bryan, mas como ele sabe que meu desejo é ser mãe novamente, ele concorda e diz que será ótimo ser pai novamente.

Já eu sou extremamente empolgada quanto ao assunto, acho que nasci pra ser mãe (tenho certeza!)Houve uma época na minha vida que eu era muito focada com carreira, trabalho, estudo (isso depois da decepção de ter sido treinante em 2007). Já tinha planos para quando terminasse a faculdade: pós graduação em toxicologia e prova de perito criminal, isso era o que eu queria seguir, o que eu queria fazer, não me imaginava sendo outra coisa, mas aí 2 listrinhas colocaram uma vírgula nesse meu sonho, e me fez ver um outro lado: o lado onde eu era mãe! Onde um ser dependia totalmente de mim, onde eu não me preocuparia só com estudos, roupa e sapato.
Eu pensava que pra ser realizada eu precisava ter minha faculdade terminada, um bom emprego, salário alto, mas a "simplicidade" da maternidade mudou o meu modo de ver. Sei que tem muitas mulheres que primeiro querem conquistar tudo antes de ser mãe (tudo eu falo de carro,emprego, faculdade,estabilidade no geral), eu não consegui conquistar tudo, mas que conquista é maior que ser mãe??

Que retribuição maior existe do que um sorriso do seu filho, contente porque saciou sua fome? que salário pagaria a emoção dos primeiros passos?
Eu penso sim, em ter minha carreira, concluir minha faculdade (que está mais pra novela mexicana), ter meu carro, minha casa, mas um desejo é maior: o de ser mãe novamente.
Eu não queria esperar 5 anos, voltar a minha vida antiga, voltar a trabalhar, e ter que parar tudo novamente (porque convenhamos, se dedicar integralmente a maternidade é uma delicia, mas para se dedicar integralmente é preciso dar um time na vida social, no trabalho e em tantas outras coisas).Com isso não quero dizer que nunca vou voltar a trabalhar ou vou ser dona de casa pro resto da vida (apesar de não ver nenhum problema nisso, e se meu marido tivesse condições eu seria sim), mas o relógio biológico tá gritando, já vou fazer 26 anos e o "prano" era ter 3 filhos até os 30!
Por mim eu teria 5 filhos (isso se fosse esposa do Eike ou do Justus), mas ficaria imensamente feliz de ter uns 3 filhos.

Independente do sexo, não tenho preferências pro segundo ou pro terceiro, uma frase de uma amiga resume bem: "Deus nos dá filhos, e não o sexo dos filhos", eu ficaria imensamente feliz se tivesse outros meninos ou uma menininha, eu brinco com meu marido que o segundinho podia ser menino e por último uma menina pra fechar com chave de ouro...rs mas eu sinto que nasci pra ser mãe de menino, além de ser mais fácil vestir, limpar e me divertir com as brincadeiras de menino, porque convenhamos,eu sou meio mulher-macho, sempre fui "bruta" e sem vaidade nenhuma, se eu tivesse uma menina tenho certeza que ela seria uma "moleca"...rsrs
Só tenho certeza que quero ser mãe novamente, quero ter mesa cheia, quero receber meus filhos para a ceia de natal, quero que Bryan seja titio, quero receber vários cartões no dia das mães, quero curtir o barrigão novamente, quero me emocionar a cada ultra, quero fazer enxoval novamente, quero sofrer de "ansiedade" pra saber o sexo, enfim...deu pra entender que quero muito ser mãe novamente né?

P.S¹: Agradeço o carinho dos comentários nas fotos da festa. A festa foi um desastre sim,mas a fotógrafa é tão boa que nem deu pra perceber...rs

P.S²: Recebi várias visitinhas de novas meninas, umas eu consegui acessar o blog, outras não porque o perfil é privado, se puderem deixar o endereço do blog de vocês ,eu ficaria muito feliz.Retribuo todas as visitas (ou pelo menos tento...rs), posso demorar,mas não falho!

P.S³: Sim,sou uma treinante semi-oficial 007, um próximo post eu explico...hohoho ( a monstra continua atrasada, 32 dias)

Bjos
25 de novembro de 2010

Louca pelo 2° filho

Já faz umas semaninhas que não consigo tirar um pensamento da minha cabeça: ter o segundo filho.
Gentem, "quêqueéesso??" Bryan nem fez um ano e eu aqui louquinha de pedra pensando em treinos, dias férteis, prováveis nomes e o caramba a quatro.

O nível de loucura foi tanto que hoje me peguei escrevendo os possiveis nomes em um caderno...ahan? como assim? cadê aquela mãe desesperada na primeira semana dizendo que nem tão cedo queria ter outro filho?? cadê aquele pensamento de que as mulheres que tinham outro filho eram doidas de pedra, ou provavelmente teriam sofrido algum acidente, tendo amnésia como sequela, e por isso elas esqueciam todo o trabalho que um filho dava e engravidavam novamente?
Bem, sei lá, o juízo partiu e só sei que penso nisso: engravidar,engravidar,engravidar. Pareço até um zumbi querendo cérebro...(voz de filme de terror daqueles bem toscos)

E tá que fui conversar convencer o maridão que a melhor época para ter um segundo filho é antes do Bryan completar 3 anos (pense ele na escolinha, eu sozinha com o bebê e quem levaria ele para a escola??)
E maridón atordoado, tontinho que nem barata depois de tomar uma "sprayzada" (acabei de inventar uma palavra se é que ela já nã existe), me solta essa: Não sei se estou pronto!
Ahan,como assim Bial? e quem lhe perguntou se você está pronto? e quem disse que ele tem que estar pronto? acaso é ele que irá carregar o barrigão por 9 meses? é ele que vai sentir aquele sono terrivel? que vai fazer xixi de 1 em 1 minuto e ver suas necessidades fisiológicas ficarem bem parecidas com as de um idoso de 100 anos? que vai ter sua barriga alisada 36h por dia e se tornar pública para todos? que vai ver seus mamilos racharem,sangrarem? (bem espero que na 2° vez não tenha isso) que vai acordar de madrugada para dar de mamar? que vai submeter o corpo a tantas mudanças?... é melhor eu parar por aqui ou isso vai virar um livro!

Não entendi pra que ele tem que estar pronto!!Não entendo e nunca vou entender.Alias entendo um pouco o medinho dele: ele morre de medo do segundo filho ser menino, e daí eu vou querer ter o 3° e assim sucessivamente até ter uma menina,ou ter uns 6 meninos e me convencer que só fabrico principes (já que minha mãe tentou 3 vezes e só veio "muié")...rsrs

Mas eu não penso só no bebê,penso no enxoval, no book, no barrigão again, no paparico, nos mimos, na amamentação, na interação de 2 crianças, na loucura que minha casa vai se  tornar, na diversão que vai ser, no parto, nos quase 1 ano sem monstra,nos desejos, nas massagens, ou seja, penso no pacote completo e tô pronta para outra.

A verdade é que estou tão louca, que o grau de insanidade já ultrapassou todos os limites.E meu projeto para o ano que vem é me tornar treinante 007. Sim,uma treinante secreta...hohoho (risadinha maquiavélica), se eu conseguir né, porque o menino tremeu tanto que agora fica falando de 10 em 10 min: já tomou o anti-baby hoje?
Mas deixa ele, já tenho meu plano ultra secreto na manga: vou fazer como nos filmes! fingir que engoli o remédio, ir pro banheiro e cuspir...hahaha
Meu plano mirabolante não terá falhas, a menos que ele queria inspecionar minha boca depois. Ai eu tenho que pensar em um plano B.

E o projeto treinante 007 vai ficar pro final do ano que vem, mas espero convencer ele até lá!
E quem tá doida de pedra pelo 2° filho aê levanta a mão \o/   
Tá bom,deixa eu voltar a realidade e lembrar que terei que parir minha monografia ano que vem antes.

Bjos

Contando...

 

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