Mostrando postagens com marcador mudança no comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mudança no comportamento. Mostrar todas as postagens
18 de julho de 2012

O independente e outras cositas

E meu menino fica cada vez mais independente. Com 1 ano e 9 meses ele pediu para colocar o prato na almofada e dar a colher na mão dele. Eu resolvi testar, e não é que ele comeu direitinho? (claro, com alguns grãos de arroz voando pelo sofá, mas nada desesperador). E hoje em dia ele não aceita de jeito maneira que eu dê a comida a ele, ou segure o prato, ou guie a colher. Ele fica nervosinho e enxota a minha mão de perto.
Com o tempo ele ficou expert em comer sozinho. Hoje em dia derruba pouquissima comida (e olha que ele é canhoto), e isso é uma mão na roda, pois assim nós comemos juntos (ainda mais eu que sou fresca, e só como comida pelando a boca).
O problema de toda essa independência, é que ele só come o que convém. Se eu coloco carne no prato ele não come de jeito maneira. Às vezes até mastiga um pedaço, mas logo joga fora (será que eu criei um vegetariano?) Legumes ele come de boa, mas carne mesmo só se for na forma de almôndega.

Confesso que eu tinha muito medo da tal independência. Mas fazer o que se meu filho resolveu me boicotar? Agora tudo ele quer fazer sozinho. Até pra tomar banho ele tira a roupa toda, e logo pega a esponja para se ensaboar. A única coisa que ele me deixa fazer na marra é lavar o piu piu e passar shampoo e condicionador.
Por um lado isso é ótimo, já que em 6 meses terei um serzinho totalmente dependente de mim, e ficava me perguntando como eu iria dar conta dos dois dependendo de mim. E o melhor ainda é que foi o próprio Bryan  quem decretou a independência.
Hoje em dia eu consigo me organizar muito melhor. Nossa rotina é super previsível, e isso me dá uma segurança maior.
Engraçado que outro dia comentei com o maridón: - Estamos perdendo nosso bebê. E ele me respondeu: - Mas vamos ganhar outro.
Apesar de todo desespero e chororô diário quando descobri estar grávida novamente, hoje em dia não consigo me imaginar não-grávida. Essa pequena independência do Bryan, me faz acreditar que vou dar conta dos dois, que vou conseguir conciliar amamentação - almoço - banhos - brincadeiras.
É muito empolgante imaginar que em breve terei dois filhos, que a família vai aumentar. E hoje tenho certeza que o amor só multiplica.

Algumas pérolas do senhor independente:

Quando ele sobe em algum lugar e não consegue descer, ele fala:
- Mamãe, me ajuda.

Antes de dormir ele sempre aponta pra mim e pro Bruno e fala:
- Esse é a mamãe do Baya, e esse é o papai do Baya (Bryan).

Quando a tia o agarra e enche de beijo, ele fica nervoso e fala:
- Me ajuda pelo amo de Deus. Me solta. Me larga. Socorro. Para.

Bjos
2 de junho de 2011

Meu filho agressivo??

Bryan sempre foi um bebê calminho (exceto os primeiros meses que eram aquela choradeira clássica por causa das cólicas) nunca puxou um cabelo, nunca reparei muito ciúme da parte dele quando eu estou com outra criança no colo, nunca bateu em ninguém, sempre foi pacifico, na dele, sério como sempre, vez ou outra distribuia um sorrisinho, mas de uns meses pra cá tudo mudou.
Lembram o amiguinho dele? o Daniel (que é 1 mes mais velho), os pais dele são grandes amigos nosso, conheci primeiro a Roseli quando ainda fazia biologia, e ela é a única amizade daquele tempo que mantenho contato direto, acho que por causa da maternidade (se tem uma coisa que pode afastar ou aproximar alguem, essa coisa é a maternidade) depois que eu descobri a gravidez ela passou a me dar muitos conselhos (e olha que eu sou mais velha 4 anos) e a partir daí vivemos grudadas...rs

Bem,mas vamos ao título do post, o primeiro bebê que Bryan teve contato foi o Daniel, eu e Rose já faziamos mil planos quando eles ainda estavam na barriga, que eles iriam ser melhores amigos, ir pra São Januário juntos assistir os jogos do vascão, quem sabe montar uma banda de rock (já que ambos os pais são guitarristas), e é muito engraçado ficar imaginando como será a amizade dos dois quando forem maiores, poderiam falar que são amigos de infância, etc, blá blá... Mas depois que Bryan completou 12 meses ele passou a ver o Daniel como concorrência. Bryan não suporta que ele pegue seus brinquedos, não gosta quando eu pego o Dan no colo, não deixa o Dan entrar no seu "espaço" da cômoda, e começou a fazer o que eu mais temia: agredir o amiguinho. Ontem eles vieram assistir o jogo do Vasco, e Bryan puxou o cabelo dele com tanta força que deu pena, Dan começou a chorar de soluçar, apesar dele ser mais fortinho que Bryan ele é super sensível, se alguem sai do quarto onde ele está, pode ser eu ou Bruno ele começa a chorar, ele é muito carinhoso e sentido. E minha cara foi no chão, briguei firme com o Bryan, dessa vez ele não riu, mas voltou a puxar o cabelo dele mais 2 vezes, o empurrou e pra finalizar ficava toda hora tirando os brinquedos da mão dele.

Maridóviski queria dar tapinha na mão, mas quer saber? eu não concordo com este método, acho que não ensina nada a criança, falei para ele só chamar a atenção sério e se ele voltasse a fazer colocá-lo no colo afastado do Daniel (nada de berço...rs).Se tem uma coisa que estamos sempre conversando aqui é sobre a criação do Bryan, como os dois são pais de 1° viagem, ficamos perdidos as vezes sem saber o que fazer, mas uma coisa que sempre combinamos é de nunca bater, nem tapinha na mão, nem no bumbum, em lugar nenhum, acho que tapa gera tapa e isso seria base para ele repetir o comportamento dele, do tipo: se mamãe e papai me batem vou bater também.Eu apanhei algumas vezes quando era criança, e só lembro de ficar chamando minha mãe de chata e desejar que ela tivesse um treco para nunca mais me bater, já o Bruno apanhou demais coitado, a própria mãe admite que as vezes era dura demais, uma vez relatou que deu uma surra de toalha molhada (palavras dela) e que Bruno ficou roxo ,cheinho de hematomas, e depois ela sentiu pena e foi abraçá-lo...se é pra se sentir culpada depois prefiro não fazer.

E depois de ter falado firme que ele não podia fazer mais aquilo, eu ensinei ele a fazer carinho no amiguinho, assim como ele faz com agente, nessa questão ele sempre foi muito carinhoso, de passar a mão no meu cabelo com a maior delicadeza, e depois ainda colocar a fraldinha no meu rosto para fazer o que eu chamo de "cafungar" (ele coloca o rosto bem coladinho no meu e esfrega), depois do chororô dos dois, Bryan se aproximou do Dan e começou a fazer carinho no cabelo dele,e os dois ficaram bem pelo resto da noite, e entre tapas e carinhos todos se salvaram (exceto pela vergonha que estou sentindo até agora).

Com todo esse ciúme fico pensando como seria a reação do Bryan ao irmãozinho (a), será que ele vai ver o irmão (ã) como concorrência? será que vai ter ciúmes do novo bebê? Esses pensamentos me deixam bem confusa sobre o ter ou não o 2° filho tão próximo.Se bem que minha mãe deu um espaço de 7 anos quando teve minha irmã caçula, e eu sentia muitos ciúmes e tentei até afogar a bichinha na banheira.Acho que só "vivendo" na pele pra saber. E as mamys de 2 filhos, como fizeram para lidar com o ciúme??

bjos

Contando...

 

Blog Template by BloggerCandy.com