8 de agosto de 2014

Change


Ontem iniciei uma nova etapa na minha vida: larguei o sedentarismo. Depois de ter filhos, é quase uma obrigação culpar o tempo e usá-lo como desculpa para não realizar algum objetivo. Eu vivia inventando desculpas para não malhar, não estudar, não colocar meus sonhos como prioridade. Isso mudou.
Senti que precisava de mudança, já que estava levando uma vida totalmente sem qualquer tipo de planejamento. Sou o tipo de pessoa que adora ter uma lista de metas. Tenho metas de leitura, metas de estudo, etc.
A primeira meta foi estabelecer uma ordem de prioridade na minha vida. Percebi que com a desculpa da falta de tempo, estava separando um horário cada vez menor para ficar com meus filhos. O tempo que eu tinha com eles não era exclusivo. Eu sempre estava ou com o celular na mão, ou o notebook, ou um livro. A primeira resolução foi deixar as redes sociais um pouco de lado. Diminui a frequência de vezes em que checo ou posto algo no facebook, diminui os grupos do whatzap, e diminui a meta diária de leitura. E isso foi aliviador. Agora eu sento, brinco de pecinha, desenho junto, fico no quarto contando histórias. 
Separei um tempo para cuidar da minha saúde também, e me matriculei na academia. Nada de desculpas. Metas, me aguardem que aí vou eu.

4 de julho de 2014

29 anos


E hoje é meu último niver na casa dos vinte. Aos 20 meus projetos estavam apenas começando. Foi com 20 que realizei meu sonho de casar, e formar uma família. Aos 24 descobri minha primeira gravidez. Aos 27 fui mãe pela segunda vez. Eu tinha um projeto louco de ser mãe de 3 aos 30, mas pelo visto esse projeto não irá se concretizar, pelo menos não agora. Meus sonhos e objetivos mudaram. Hoje busco um futuro estável, e estou me esforçando para realizar um sonho de adolescente. E este sonho está tão próximo que tenho até medo. Medo, ansiedade, felicidade. Finalmente estou indo em busca dos meus sonhos.

E aos 29 anos me sinto realizada. Me sinto jovem, feliz e cheia de projetos que quero realizar. Me sinto completa.
Adeus 20, e que venha os 30.
26 de junho de 2014

A volta dos que não foram e 17 meses Bebela

Eu estou me sentindo um político que vive prometendo e nunca cumpre. Sempre dizendo que vou e volto, mas no final acabo deixando o blog como última prioridade, e nunca consigo atualizar. My Falt. A vida tá aquela correria de sempre, mas sinto falta de falar sobre meus filhos, o desenvolvimento deles, e as muitas mudanças que estão acontecendo na minha vida. Então, sem promessas, se tiver alguém ai do outro lado da tela (será que alguém ainda visita esse blog abandonado às moscas?), vou tentar vir mais frequentemente.

Isabela já completou 17 meses. Redundante dizer frases como: "Nossa como o tempo voou" , "Queria que o tempo pausasse". Ela está linda, falante, e interagindo cada vez mais com o irmão. A principal evolução foi a fala. Desde os 14 meses ela passou a incluir cada vez mais palavrinhas no vocabulário. Vou tentar lembrar de todas: pé, mão, irmão, Baian, papai, vovô, vovó, titia, toma, sai, pega, tá, bom, não, pepa, pig, achei, olho, papá, mamá, Bebela, tchau, oi, pão, meia, água, cocô. Tem mais algumas, mas cabeça de mãe não é um exemplo de exatidão rs
Ela passou a me chamar de mamãe. Antes era só mãe, como se fosse uma aborrescente de 15 anos. "Mim" ficar feliz com a troca.

Descobri que ela herdou o talento mão de ferro do irmão. Ama destruir as coisas, em especial os livrinhos de capa dura que eu comprei na bienal do ano passado. Ela destruiu praticamente todos. É teimosa, chorona, nervosa, e também carinhosa. É muito sentimental. Ama distribuir beijos e abraços, especialmente no irmão, que nem sempre aceita bem esses carinhos. E se Bryan recusa, ela começa a chorar.
Se Bryan briga, ou não deixa ela brincar com algum brinquedo, ela assume seu lado brigão e senta tapa no menino. Tenho que ficar de olho, porque ela já chegou a pegar um chinelo e brinquedos para bater no irmão. Menina valente.

Reconhece as partes do corpo quando alguém fala, mas quando cito o nariz, ao invés de apontar para o dela, advinha qual nariz ela quer agarrar? O meu, claro. Continua na obsessão com meu pobre nariz, e agora deu pra querer dormir em cima de mim, o que tem custado muita dor na minha coluna.
Tem dias que come bem, e outros come mal. Tem um tempinho que encarnou a nudista, e cisma em tirar  calça, calcinha, e fralda, pra ficar sentindo ventinho nos países baixos. E ai de mim se brigar.
Não se interessa muito por desenho, exceto Hi-5 e palavra cantada. Esses ela ama, pula, perde o fôlego pra mostrar que está passando na TV.
Não gosta de fazer pose fofinha pra foto. O negócio dela é dar língua e ser moleca.


16 de maio de 2014

Mudanças (new hair 2.9)

Gente, quanto tempo que eu não venho aqui. Hoje é dia de tirar a poeira. Infelizmente nunca consigo me dedicar ao blog como gostaria, mas meu projeto é conseguir manter uma frequência de postagem melhor, após terminarem todas as provas do concurso.

E em quase 1 mês de hiatus forçado, muita coisa aconteceu. A melhor delas foi mudar o visual. Quem me acompanha, sabe que tem mais de 4 anos que eu não mudava a cor dos cabelos. Sempre cortava, mas tinha medo de mudar. Em partes eu não queria pintar pela preguiça de fazer manutenção (em outras pelo $$). Eu não tenho o costume de cuidar do visual (preciso mudar isso urgentemente). Não fazia hidratação no cabelo (malemá passava o shampoo e olhe lá) por culpa da oleosidade, e também só cuido da sobrancelha para não parecer uma taturana.
Mas um desejo meu antigo de ser loira falou mais alto. Eu vivia dizendo que ia mudar radicalmente quando completasse 30 anos, mas resolvi adiantar 1 ano essa mudança (completo 29 agora em julho).
E fui, sem medo de ser feliz. Minha cabeleireira que secava meu cabelo há 5 anos, ficou feliz da vida quando eu falei que iria entregá-lo aos cuidados dela.
E a mudança foi tipo...uau. Sempre pensei que não tinha nascido pra ser loira, mas eu amei o resultado. Deu um brilho para o cabelo, e ainda iluminou o visual.

Antes: cabelo maltratado e desbotado. Depois: o que é esse brilho?



Não tenho fotos decentes na câmera, então vai do celular mesmo. Ser loira dá trabalho, viu! Primeiro porque tem que hidratar muito para não ressecar, e já estou me coçando em saber que terei que retocar a raiz...
bjos
19 de abril de 2014

4 anos


Há 4 anos atrás minha vida se transformava para sempre. Na verdade ela começou a mudar a partir do dia em que recebi o positivo nas mãos. Lembro que estava desesperada e pensava se daria conta de criar de um bebê tão indefeso.
Quando descobri que seria meu tão sonhado menino, o coração disparou de vez. Chorei muito naquele dia. Já tinha a certeza em meu coração que era o meu príncipe Bryan Lucas quem estava vindo para me ensinar a ser mãe, mas receber a notícia do médico naquela ultrassonografia tornou tudo ainda mais real.

O dia 19 de abril de 2010 transformou para sempre a minha vida. Foi com ele que aprendi a ser mãe. Ele me ensinou tanta coisa em tão pouco tempo. Aprendi a ser mais paciente, a dormir um sono picado, a me preocupar primeiro com ele do que comigo. Deixei de ser a filha para me tornar a mãe.

Amo o jeitinho como ele chega da escola e me mostra seu dever de casa, ou a maneira como ele sempre quer me ensinar a fazer as coisas. Amo quando ele me pede colinho mesmo já sendo um rapaz, ou quando me chama de mamãe boneca.
Amo o modo como ele sempre me faz sorrir, mesmo que eu esteja triste querendo chorar.
Sem dúvida nenhuma ser mãe dele foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
Parabéns meu príncipe loiro pelos seus 4 anos. Mamãe te ama mais do que tudo nessa vida. Você é o meu maior sonho, a minha maior realidade, meu milagre.
Te amo!!!
18 de abril de 2014

Festa 4 anos Angry Birds

Já falei que este aniversário do Bryan está tendo um gostinho especial? Desde o início do ano, ou até antes, ele só fala na festinha do angry birds. Ou seja, já era a mãe aqui escolher o tema (eu queria Toy Story).
E eu embarquei na ideia dele. Antes eu não ia fazer nada, até porque não faz nem 3 meses que aconteceu a festa da Bebela, e vocês sabem como festa dá trabalho e gasta muito, por mais simples que seja.

Mas de tanta empolgação do Bryan, achei que seria uma maldade não montar pelo menos uma mesinha simples com os personagens que ele mais ama, para bater os parabéns.
E foi dada a largada para os preparativos da festa de 4 anos do Bryan. Uhu. Vou fazer tudo. Dos comes e bebes a decoração. Depois virei com posts especiais para as mamães festeiras programarem festinhas caseiras sem gastar muito e reciclando muitas coisas.
Por enquanto, fiquem com inspirações do tema que tem feito a cabeça de muitos meninos e até adultos:















13 de abril de 2014

O nariz e o sono

Desde que Bebela é um bebê, eu venho tentando entender o motivo de seu sono irregular, e o fato de acordar toda madrugada, mesmo que não esteja mijada até os cabelos, e com a barriguinha devidamente cheinha.
Comecei a formular certas teorias: frio? posição desconfortável? insônia? claridade do quarto? escuridão demais? fome? colchão duro? No final, eu nunca tinha respostas.


Minha teoria mais forte é a de que ela acordava para mamar porque sentia fome. Simples assim. Então tascava peitchas e orava para chegar o dia em que ela passaria a achar legal dormir a noite toda igual ao irmão. Mas desde que ela abandonou os peitinhos, essa teoria foi pro ralo.
Ela mama por volta de 00:00 e dorme lá pras 1:00 da matina. Isso é horário de um bebê sentir sono??
Mas ok, me conformei com o horário nada ortodoxo de ir pra cama, já que eu também gosto de dormir tarde.

Desesperada com as noites movimentadas, decidi investigar mais a fundo o que incomoda minha doce filha em seu horário de sono. Desde que ela era um ser mamífero, tinha uma mania irritante fofinha de puxar meu nariz enquanto mamava. No começo eu achava engraçadinho, mas depois de tanto ter o nariz apertado e a respiração interrompida, achava o gesto no mínimo irritante e incômodo. Enquanto  Bryan usava uma fraldinha pra dormir, Bebela usava meu nariz como naninha.
Daí que em uma dessas noites em que investigava o a falta padrão de sono da Bebela, descobri que a agitação no berço era a procura pelo tal nariz. Ela agitava os bracinhos, batia na grade do berço, e pronto, o pandemônio estava armado: ela acordava, ia pra cama e ganhava o nariz.
E ai de mim se tentar tirar a mãozinha dela aos poucos. Ela leva cerca de 1h apertando o nariz pra lá e pra cá, até adormecer, e a mãozinha cair. E eu que já sofro pra respirar em um buraquinho do nariz (porque o desvio de septo não me deixa respirar direito), preciso respirar pela boca, e não consigo dormir assim.
E se ela sentir que não está com a mão no nariz, acorda quantas vezes forem necessárias para procurar o dito cujo.

Agora me diz: comofaz pra arranjar um nariz substituto pra essa quiança? Se alguém encontrar, "puvafô" salve essa mãe e esse nariz. De tanto que ela alisa, aperta e puxa o bichinho, daqui a pouco estarei iNgualzinha o Michael Jackson.



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