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7 de setembro de 2011

Das distrações




Tá aí uma difícil tarefa: distrair meu filho.Porque o Bryan não é daquelas crianças boas que se enganam facilmente com qualquer coisa, não, meu filho é difícil.
E por causa dessa dificuldade, fica cada vez mais difícil mantê-lo entretido por 2 seg. apenas (nunca escrevi tanto a palavra difícil em apenas 2 parágrafos).

E por vezes as "distrações" se tornam grandes problemas e dores de cabeça, que eu preciso distraí-lo com outra coisa para ele esquecer a distração. Não entendeu? aqui vai alguns exemplo:
Outro dia estava na casa dos meus pais, lá tem vários brinquedinhos (controle remoto, chinelo, jarra de suco, tampa de panela) para ele bagunçar e ficar quietinho, mas depois que ele joga tudo no chão, meio que perde a graça a brincadeira, e foi ai que meu pai teve a brilhante ideia de dar a caixinha de chá para ele brincar.No começo pensei: ah,que legal,ele vai ficar encantado com a caixinha, vai brincar e ficar quietinho. E o que aconteceu?? ele rasgou a caixa inteirinha, em vários pedacinhos, e ficava transferindo os pedacinhos do chão por sofá, do sofá pro chão. E eu pensei: vai ser o "caos" fazer ele largar a caixinha e ir pra casa dormir. Dito e feito,visto que ultimamente ele tem dado "o" escândalo quando falo: vamos pra casa. Ele esperneia, faz corpo mole, chora e tudo mais.Daí meu pai falou: deixa ele levar a caixinha (ou os restos mortais dela).Beleza, catei pedacinho por pedacinho e viemos contentes e felizes. Chegamos em casa ele já colocou os pedacinhos em cima do sofá e ficou por lá.O relógio já marcava 1:00h da madruga, e eu desesperada me perguntando quando aquela "distração" ia deixar de ser legal.A resposta parecia ser: nunca. Nem trocar a fralda ele queria, só quando eu coloquei os pedacinhos da caixa do lado.Pra dormir foi aquela guerra! Ele não queria deixar os pedacinhos na cômoda, e quando apaguei a luz ele chorou muito, mas um choro sentido.Fiquei com a maior dó, pois quando ele chora fica todo vermelho, e dessa vez saiam lágrimas e mais lágrimas e ele chegava a soluçar.Tive que pegá-lo no colo e ninar como se fosse bebê (depois de muito tempo sem fazê-lo) e só após 20 min. ele caiu no sono e eu dei sumiço na caixinha (mas meu pai fez o favor de dar outra no dia seguinte).

Mas não são só as caixinhas que servem de distração.Como ele tem recusado o almoço ultimamente, fui obrigada a recorrer a uma tática que eu não gosto, que é a de ligar a TV enquanto ele come.Ah, a televisão é uma senhora distração.Enquanto assiste discovery kids, ele come numa boa (algumas colheradas), mas é só desligar que ele logo para de comer.Agora vai desligar a TV depois do almoço e falar: vamor escovar os dentes? ele fica brabo.
Outro tipo de distração na rua, que o Bruno inventou foi o tipo de distração mais temida pelas mães de bebezões: a bola de gás hélio. Quer ver uma mãe sofrer? Quer provar do pão que a criança amassou? dê um balão de gás hélio na mão do seu filho de 1 ano e pouco.Vou te dizer: aquilo épracabar com a vida de um serumano.O balão de gás hélio é o sofrimento travestido em formato de balão.É a forma mais cruel de tortura contra uma mãe.

E o Bruno me chegou com o Bryan, após uma breve saída na rua enquanto eu dava um jeito na casa, juntamente com um balão de gás hélio, super descolado em formato de moto.
Na hora em que vi o balão pensei: WTF? mas me controlei, respirei fundo e soltei um: que legal,balão de gás hélio, você sabe que isso vai me dar uma dor de cabeça, não sabe?? e ele sem entender nada.
Por alguns segundos ele não entendeu, porque quando a pessoa avista um balão de gás hélio na rua com seu filho pensa: que legal, é tão maneiro andar com o balão voando.Mas o verdadeiro problema está em casa. Quando o Bryan soltou o balão e ele obviamente foi parar no teto do quarto, foi aquele Deus no acuda.E toda hora eu ou o pai, tinha que pegar a cordinha e trazer o balão perto dele.Pior quando ele cismava que o balão era pipa e ficava correndo pela casa com a linha, ou ainda quando ele queria "sentar" na moto, e o medo daquele troço estourar? E como fazer ele enjoar da distração e dormir? O Bruno teve que esconder o balão e mesmo assim o Bryan ficou 2 dias olhando pro teto e choramingando.
Tem distrações que podem se tornar uma bela dor de cabeça, e por esse motivo balão de gás hélio foi proibido de entrar em casa.

Balão de gás hélio, também conhecido como: O desespero de uma mãe.

Criança quietinha e feliz olhando seu balão no teto.

Criança desesperada querendo alcançar a cordinha do balão.

6 de setembro de 2011

Cada dia é uma surpresa...

Uma coisa é certa: a vida depois do bebê nunca, mas nunca vai cair na rotina, cada dia é uma coisa nova, e um aprendizado dele, e nosso também,pois eu aprendi e aprendo muitas coisas com meu filho.
E essa semana foram várias novidades, que não posso deixar para falar só no post do dia 19 (que é sempre sobre o desenvolvimento), pois tenho medo de esquecer (agora que me revoltei e parei de escrever na agenda).

Bryan aprendeu a falar oi.Estava eu dando aquela bronca nele (depois de ver minhas roupas estiradas no chão pela milésima vez), quando ele me olha com aquela carinha do gatinho de botas e fala: Oi,com as mãozinhas viradas pra cima, como quem diz: o que eu fiz de errado? Gentem, morri na hora, agarrei e até esqueci o porque da bronca na hora...rs
Ele também tenta me imitar falando caraca, só que quando ele fala sai caraqui, e toda vez que eu falo ele repete o tal caraqui, é hilário,porque ele fala com a mesma entonação que eu uso.
Quando ele vê a porta se abrindo ele fala: ta ai?
O cocô deixou de ser a palavra preferida (aleluia) e agora ele vive cantarolando mamãe pela casa (e a mãe se morre de orgulho)

Mas tem dias que ele não quer falar de jeito maneira, parece que em alguns momentos ele volta a ser bebê e fica só nos shishishi para pedir seja o que for (fralda, chupeta).
E por falar na chupeta, eu tenho notado que ele pede com muita frequência, e passa quase o dia inteiro de chupeta, e meu tico e teco já estão queimando só de pensar em como farei para tirar a chupeta dele.
Outra coisa que tenho reparado, é que ele sente muito a falta do pai.Passa uma boa parte do dia olhando para a porta e chamando o pai (quando meu marido ler isso vai chorar), eu evito falar isso para o Bruno, pois sei que ele também sente muitas saudades do filho, mas é impressionante o modo como o Bryan lembra dele do nada, como na hora do banho. Ontem eu estava separando umas fotos do book para fazer um fotolivro, e na hora em que ele viu a foto do pai começou a falar freneticamente: pai, papai, papy, é de cortar o coração.

Depois que o pai foi trabalhar em outra cidade, o Bryan virou um legítimo bebê chiclete: só quer ficar grudado comigo.Fazer post? (este e mais os outros da semana, são uma série de posts programados,escritos em minhas madrugadas de insônia) só quando ele dorme e olhe lá, ele não me deixa sentar no computador, e logo vem com a fraldinha e os bracinhos erguidos para que eu o pegue e coloque sentado no meu colo.E é claro que eu largo tudo para dar atenção ao meu filho, por esse motivo está cada vez mais difícil me atualizar em todos os blogs, a lista é grande  e nunca dá pra comentar em tudo em 1 dia, também estou afastada do twitter, como meu celular descarrega muito rápido quando entro na net, tenho evitado sentar na frente do PC, quando posso estar brincando com meu gatinho e acabo ficando por fora do mundo digital, mas é por uma ótima causa né.

Bjos
19 de agosto de 2011

16 meses

Hoje meu branco de neve dos cachinhos dourados,completa 16 meses. E é gritante as mudanças que ocorreram desde os 12 meses, como eu já disse aqui,parece que depois que eles completam 1 aninho, um botãozinho de esperteza e desenvolvimento acende automaticamente.E com o passar dos meses o botãozinho é acionado toda semana, porque não tem 1 dia sequer, que não tenha novidades do Bryan.
Então vamos a elas:

- Seu vocabulário aumentou muito, e além do bebêies costumeiro (tem horas que ele parece falar latim) ele aprendeu a falar: vovó (ele faz um biquinho lindo pra falar), titia, gol (esse aqui ele fala quando assiste aos jogos do vascão,esperto esse menino), vovô (reza a lenda que ele no meio de tanto cocô falado, ele já falou essa palavra), papá (almoço ou janta), mamá (mamadeira), cocó (que além de galinha,serve para o passarinho também);
- Já tem 2 molares e as pontinhas dos outros 2 já sairam (são 12 dentinhos);
- Pede beijo colocando o dedo indicador na bochecha;
- Já tira suas melequinhas com o dedo (eu juro que não ensinei);
- Já mama sozinho (finalmente a mãe aqui, deixou o rebento segurar sua própria mamadeira);
- Já come sozinho (leia-se: pega a comida e joga pelos ares);
- Já está semi-desfraldado (história pra outro post);
- Adora dar upa no vovô (quando o vovô fica abaixado com os braços abertos e ele corre em sua direção);
-Já brinca de pique-esconde com a mamãe, principalmente ao ver a escova de dente, ele corre e se esconde atrás da cama;
- Bate a mão com a nossa, no alto;
- Já avisa que fez cocô (ou finge que fez);

Algumas fotos (qualidade tekpix, brinks,é do celular mesmo):

Mamando sozinho, na marra.

Independência ou fome.

Lacraia morta que ele "achou" para brincar
Bryan tem um gosto,digamos,bem apurado para brinquedos, outro dia ele me aparece com uma lacraia enorme(vide foto) balançando na mão pra lá e pra cá, a principio eu nem tinha reparado que se tratava de um bicho,ainda bem que eu não peguei na mão e ele soltou em cima da minha cama, quando vi meu coração deu um pulo, lavei a mão dele mil vezes,passei álcool, e fiquei com um nojinho daquele bicho (tive que chamar minha mãe pra jogar fora.Eu sei,ela estava morta e não ia me picar, mas o desespero foi maior).Fora a lacraia ele ama pedrinhas, descascar paredes, poeira, formiga, e acho que se ele visse uma barata no chão,com certeza tentaria pegar e fazer amizade com ela,sacolejando pra lá e pra cá .Mas tem uma vantagem em ter um filho tão destemido: já tenho quem chamar pra matar os bichos quando o papai não estiver em casa.

Feliz mesversário gatinho lindo da mamaim.Só posso dizer que sou muito realizada e completa por ter você em minha vida! Te amo

Bjos


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