19 de junho de 2011

14 meses

Hoje meu gatinho completa mais um mes de vida.Cada dia que passa ele aprende uma coisinha nova, vamos ao desenvolvimento:

- Adora fazer gracinhas como: ficar rodando até ficar tonto, oferecer alguma coisa (biscoito, chupeta) e sair correndo depois que estendemos a mão pra pegar,soltar pum e ficar rindo, empurrar o berço toda hora;
- Ama dançar qualquer tipo de música, mas a preferida é The time of my life, regravada por Black Eyes Peas, não pode ver o clipe ou ouvir a música que sai correndo pra dançar;
- Aperta a mão para comprimentar as pessoas;
- Já guarda os brinquedinhos quando acaba de brincar;
- Corre pra porta quando ouve o barulho dela abrindo, e recepciona o pai com muita alegria (e agora o espertinho já fala papai direto e o Bruno fica todo orgulhoso);
- Come de tudo, mas a comida preferida continua sendo macarrão.De legumes ele come a maioria, mas prefere o brocólis.Ama qualquer tipo de frutinha, mas a preferência tem sido a uva e o mamão (não dou muita banana porque ele vive com intestino preso);
- Quando contrariado fica nervoso e começa a gritar e bater no que estiver por perto (inclusive a perna da mãe, do pai, da tia, da avó);
- Tem uma relação amor e ódio com a escova de dentes.Tem horas que ele deixa escovar na boa, e outras que ele não quer nem saber e tranca as cerdas com os dentes.
- Teve sua primeira acne (no queixo) dia 16-06.
- Manda beijo com a mão.


Ontem ele foi na consulta com o pai, pela primeira vez eu não fui na consulta, mas o pai deu conta do recado (até ganhou amostra grátis dos remédios, coisa que eu nunca ganhei...rs), ele está pesando 10,265Kg e medindo 81cm, achei pouco o ganho de peso,mas ele está na curva certinha, a altura que ele sempre passa, segundo a Drª ele puxou a minha genética e provavelmente será um rapaz alto (o pai comemora). Passou cewin (vitamina C) e desonol para passar onde está vermelinho,com irritação por causa da fralda. De lá ele foi tomar as vacinas da campanha (gotinha e triplice), ainda faltam a 2° dose da influenza e 3° dose da pneumo e meningo (que darei mes que vem,pois não podia tomar tudo junto).
Uma coisa que eu vinha reparando nessas últimas semanas é que a vista direita parou de remelar, o que significa que o canal lacrimal desobstruiu sozinho, e agora não tem mais necessidade de cirurgia (ufa). Também começou a nascer o incisivo lateral inferior esquerdo, eu já tinha notado que ele pegou a mania novamente de enfiar a mão na boca, e estava babando muito, fora isso nenhuma reação.


O apetite aumentou e muito, agora ele almoça, mama, come uma fruta (ou geléia,ou danoninho) e ainda fica pedindo minha comida.Continua dormindo super bem (dorme por volta das 21:00-22:00 e vai até 9:00-10:00). Se eu fosse escolher qual fase tem sido a melhor, definitivamente seria a fase depois dos 12 meses, pois ele interage mais, nos faz rir com suas gracinhas, mesmo com as "crises" de fúria, ele é um menino muito doce, que ama um carinho, um denguinho e uma cama compartilhada...hahahahaha


vamos as fotos do branco de neve com cachinhos dourados:
Imitando o pai com a boca.

Guardando os brinquedos na gaveta (a mãe agradece).

Um dia faz frio, no outro muito calor.Tempo doido no Rio.

Após tomar a vacina, todo sapequinha.

"Pensando" que sabe escovar os dentes, e atento a TV.

A primeira espinha agente nunca esquece.

Mandando beijinho.

Meu beijoqueiro lindo!
 Bjs
18 de junho de 2011

Quando esperar é chato...

Ao longo dos meus quase 26 anos (falta menos de 1 mes para apagar as velinhas) eu nunca fui uma pessoa paciente. A primeira vez que entrei no consultório de uma ginecologista pra falar sobre gravidez, achava que ia sair de lá com a receita do indutor, ou até mesmo um aval pra uma inseminação artificial para agilizar as coisas. Na minha cabeça eu engravidaria de primeira, queria logo ter um filho para curtir a juventude ao lado dele, mas no primeiro mes após parar a pílula nada aconteceu.

Eu tinha 21 anos, tinha tomado a última cartela de anticoncepcional em fevereiro, e com 1 mês de atraso tinha certeza que estaria grávida. A Drª. passou uma guia para o beta e eu sai de lá feliz da vida. Porém, o beta negativo foi como um balde de água fria. Voltei na próxima consulta desesperada, queria porque queria um indutor, uma ultra seriada, e a resposta da Drª foi: Você é nova, tem que tentar por pelo menos 1 ano, e se nesses 12 meses você não engravidar ai sim eu passarei um tratamento.
Aquilo foi o fim do mundo pra mim. Eu não sabia o que tinha errado comigo. No fundo eu achava que ter SOP era um tipo de condenação, do pior tipo. Pensava que nunca seria mãe, que era infértil. Comecei a procurar informações sobre clínicas de inseminação,j untamos dinheiro caso essa fosse a última opção, e até cogitei adoção. Tinha horas que eu achava que o problema estaria no meu esposo. Passei muitas madrugadas e horas dos meus dias chorando. Cada negativo era um choro, e os meses pareciam anos.

E por onde eu ia me sentia "perseguida" por grávidas. Parecia que o mundo todo estava ficando "grávido", menos eu. Uma amiga próxima engravidou do ficante, e eles não queriam, e eu me perguntava por que ela e não eu? Por que eu que queria tanto, não engravidava? O que eu estava fazendo de errado? Como eu achava que ia acontecer rápido o lance todo de engravidar, comecei a comprar coisinhas do enxoval. Comprava bodys, fraldas,  lençol, e um dia cheguei com um kit berço em casa. As pessoas me achavam louca e neurótica. Uma colega minha chegou a falar que o que me impedia de engravidar era aquele enxoval, que eu teria que me desfazer dele para engravidar.


Me dei conta que eu estava ansiosa demais, e como não ficar? Parei um pouco de pensar em gravidez, voltei a tomar meu bom e velho diane 35, e tomava o tal saúde da mulher certa que aquilo limparia o que estivesse impedindo a minha gravidez. Foquei nos estudos, viajei com meu marido, fazíamos planos para a adoção, e até tentamos dar entrada na habilitação. Meu foco tinha se tornado a adoção em si. Passava horas em comunidades do orkut, e sonhava em encontrar uma grávida desesperada querendo "dar o filho".
Foi quando o positivo - inesperado - em 2009 mudou minha vida.

E o que dizer dos treinos para o segundo filho? É chato esperar, é chato só ver uma listra no teste, é chato receber um 0, é chato achar que tem algo ruim acontecendo.
Mas é preciso relaxar, esquecer...Marta Suplicy, diz aí como faz pra relaxar?
Bjos
15 de junho de 2011

Das conversas no consultório...

Antes da maternidade eu pensava já ter discutido e conversado sobre todos os assuntos possiveis.
Desde a adolescência sempre curti ler jornal, não só para ficar informada, mas eu queria saber mais de política, economia e outros assuntos que muitos consideram um porre, só para o caso de alguma eventualidade, alguém perguntar quem era o presidente da Coréia (nunca se sabe quando a Coréia vai entrar no assunto).Na minha primeira entrevista de emprego, de cara o dono da loja me perguntou quando valia o dólar em reais (não sei que serventia teria essa informação,se eu estava  concorrendo para o cargo de vendedora, mas OK) e eu respondi prontamente e sai de lá felizinha da vida (e conquistei a vaga).

Nas rodinhas que se formavam na facul, o assunto era outro (proibido para menores de 18), mas foi só eu ficar grávida, que pronto...BUM...eu me tornei uma matraca de primeira.Sempre fui tímida para puxar assunto e fazer amizades, mas era só alguem puxar conversa que eu me soltava, e depois da maternidade ficou pior ainda.
Dos assuntos de bomba atômica para cocô atômico, eu virei uma espécie de "guru da maternidade", só pode, todas as vezes em que estou na sala de espera do consultório, ou do hospital, sempre surge uma mãe e puxa assunto comigo, e essa mãe sempre tem o filho mais novo e vem me pedir dicas! Daí começamos a falar sobre os kilos ganhos na gravidez, quantos kilos perdemos para a amamentação, contar as proezas dos nossos filhos, falar sobre o peso e altura deles, o parto, a recuperação, o sono do bebê e etc. E eu me sinto um poço de conhecimento nessas horas, pois posso dizer que tenho certa "experiência" no ramo. Tem coisas que nem todo livro ensina, e as vezes até gravidinhas vem me perguntar como é a "realidade" da vida pós bebê.

Pois bem, e estamos eu e mais 2 mães no bate papo do consultório, e eis que surge uma terceira mãe se posicionando no trocador para trocar seu baby, que devia ter no máximo 3 meses, como minha cadeira ficava perto do trocador ela virou pra mim, e perguntou se eu podia dar uma "analisada" na caquinha do filho dela. E é claro que fui, ajudar nunca é demais, me sentindo uma "perita" em análises fecais, dei o veredito: com certeza é diarréia. Bem segura do meu veredito final, alias, eu já vi muita caquinha nesses quase 14 meses como mãe (fora os anos que fui berçarista) que foram uma experiência e tanto. Daí a mãe feliz da vida, me pediu para analisar melhor, digamos uma análise do cheirinho do trabalhinho feito pelo baby dela, e lá fui eu prontamente dizer que dava pra sentir dali onde eu estava e que estava normal (se é que aquilo pode ser considerado como normal). Após a minha análise digna de um CSI, a mãe ainda veio me perguntar sobre gofadas de neném, se a limpeza do pênis estava correta, se o remédio para cólica era bom, e o papo foi fluindo (detalhe, eu estava comendo um cachorro quente na hora) de uma maneira que eu jamais imaginava. É, a maternidade nos muda.
13 de junho de 2011

Ajudante, saída no shopping e a saga da ultra

O que você faria se visse seu filho tirando todas as suas fraldinhas da gaveta, jogando no chão e ainda esfregando o mesmo? nada de se descabelar, você precisa mesmo é agradecer por ter um filho tão prestativo, que mesmo tão novo já tem noções de limpeza e quer ajudar a mãe a deixar o chão enceradinho e impecável, mesmo que isso custe algumas fraldas branquinhas, e depois você ainda vai dar muitas risadas desse momento.
Pois é, Bryan achou um novo jeito de me deixar louca, ele atira todas as roupinhas pra fora das gavetas, e eu fico naquela: 1) ou ponho tudo de volta e ensino que a gaveta é um território proibido (com direito a uma placa com o desenho de uma caveira escrito:perigo, risco de morte), coisa que já sabemos que ele não vai nem ligar; 2) ou encaro tudo isso como um exercício, alias estou precisando perder a barriguinha e com certeza se agachar para pegar as fraldas e colocá-las de volta na gaveta é um ótimo exercicio para pernas, braços e abdomen; 3) ou tiro todas as coisas na gaveta e coloco em outro lugar inacessível as mãozinhas rápidas e eficientes do meu filho.
E eu escolhi a opção number 3! No começo eu até catava tudo, colocava de volta, fazia uma cara de brava e falava firme: não pode filho, mas quem disse que isso funcionou?

Ontem dia dos namorados, fomos pela 1° vez no shopping  com o Bryan já andando, e a cena foi terrible: Mãe correndo atrás do filho,que não queria ficar de jeito nenhum de mãos dadas, filho espancando as vitrines, filho lambendo vitrines (os vendedores devem ter me agradecido), filho esperneando no colo porque queria ir pro chão, depois de soltá-lo no chão, a cena parecia mais com aquelas perseguições de carro pela polícia, só que os obstáculos eram as pessoas, as quais Bryan quase derrubava e  mãe ficando esbaforida depois de 10 minutos dentro do shopping.
Foi uma LOUCURA, eu via as pessoas rindo da cena (é deve ser muito engraçado não ter controle sobre o seu próprio filho), e no final eu mesma ri.Bruno também ficou bastante tempo com Bryan, e tinha vezes que ele saia correndo e eu me perdia deles.Estavamos com um casal de amigos e seu baby (o Daniel, que também é uma pimentinha) e depois de passear fomos comer uma esfiha em outro local. Primeira vez que Bryan comeu na mesa conosco (só que ele estava naquelas cadeirinhas especiais para crianças) e foi mais louco ainda, primeiro que ele não parava quieto, queria puxar tudo na mesa, queria sair da cadeira, mas o momento own foi a mulher da mesa de trás que ficava brincando com os meninos e mandando beijinhos, inicialmente ela mexia com o Daniel, mas Bryan viu e ficou com ciúme e começou a mandar beijinho com a mão, coisa marlinda de mãe! E meu filho foi simpático como eu nunca tinha visto, percebi que ultimamente ele perdeu um pouquinho da vergonha e agora distribui beijinhos e tchauzinhos para todos.

Na hora da comida como era de se esperar Bryan ficou pedindo desesperado, querendo pegar a esfiha do meu prato e só se acalmou quando eu dei um pedacinho da massa pra ele, depois ele tomou suquinho de laranja natureba e ficou quietinho até a hora de irmos embora.
O dia dos namorados a 3 é bom demais, e eu pensava que era feliz antes, agora tenho certeza que sou muito mais, mesmo com todo corre corre pelo shopping, todos os ihihihi (é assim que ele pede comida), todas as estripulias do meu filho, eu agradeço por ter uma familia linda.

Sobre a ultra, pra quem perdeu o fio da meada, eu continuo atrasadíssima, até parei de contar, mas a última vez que a miss red me visitou foi dia 19/03 para se ter uma ideia.Marquei a ultra na quinta passada, mas como Bryan acordou super tarde acabei perdendo, e hoje é feriado no bairro onde moro (belezinha) a bixiguenta vai ficar pra amanhã.Até lá.

bjos
7 de junho de 2011

Uma pausa

Uma pausa na programação para o momento babação: Ontem Bryan falou pela primeira vez papai!
Até então ele chamava o pai de tatá, acho que só para nos contrariar, porque ontem ele falou pa-pa-i claramente quando ele viu a foto do Bruno no computador, e falou várias vezes, mas quando o pai chegou, ele foi correndo na porta e o chamou de...tatá...kkkkkkkkkkkkkkkk

E o pai não acreditou em mim, pois hoje quando ele ligou na hora do almoço e eu coloquei o celular no viva voz Bryan só falava tatá, tatá, o espertinho mais uma vez me deixou mal (a 1° vez foi quando eu falava que ele estava mexendo na barriga, e quando o pai colocava a mão ele parava).

Voltarei com a programação normal do blog e o resultado da ultra (torçam para que não seja nenhuma alteração)
bjos
5 de junho de 2011

Das delicias de ter um filho.

-As idas as lojas nunca mais serão as mesmas...depois do baby. Quando ele ainda é pequenino, você se depara com a hospitalidade de todos, todo mundo quer olhar, elogiar, pegar,chamar de guti guti e a mãe baba com tantos elogios ao filho (que claro ela sabe ser lindo de doer e por isso é normal o frenesi por conta dele). Daí que eu volto na mesma farmácia onde todas se lembram de quando eu estava grávida, e todas viram Bryan bem pequetitinho (parece até que foi ontem) e ontem ele já andando pela loja, ao coro de ONW das atendentes, a cena da baba da mãe escorrendo até que...ele derruba um shampoo, minha cara vai no chão, me certifico se o shampoo não quebrou (mas é claro que pro meu azar ele se espatifou em mil pedacinhos, voando pra tudo que é lado), ensaio meu sorrisinho mais cara de pau estilo: ah me desculpa, escuto um: é assim mesmo, ele é criança! e saio feliz da vida porque não precisei pagar o shampoo  (afinal aquela marca nem é a de minha escolha, bem que ele poderia ter derrubado um melhorzinho, assim eu poderia perguntar se davam um descontinho se eu catasse tudo do chão) e porque o charme e a beleza do meu filho com certeza foi o motivo de eu não ter sido expulsa da farmácia sob a pena de ter que arcar com o prejuízo.

- Das idas a lotérica...depois do baby. Já enquanto grávida você desfruta de uma filinha preferencial, que devo dizer: tem horas que é o must se sentir "preferência", você chega com sua barriga pequetitinha, todos desdenham da sua condição e você já mostra feliz da vida aquele papel com o resultado do beta (que é lógico que você carrega pra todos os lugares e exibe como se fosse uma nova identidade) para uma caixa mal humorada e ela é obrigada a engolir o: Senhora você esta na fila errada e deixar você pagar suas contas em paz, alias, o "gestante" na plaquinha de preferência apesar de ostentar uma figura de uma mulher com uma melancia na barriga, não serve só para grávidas prestes a parir, e sim para todas as grávidas, inclusive aquela com 4 semanas que esta crente que todos já percebem que ela esta em estado interessante.
Daí que quando o baby nasce você entra na condição de: pessoas com criança de colo. Daí que me reparo com gente arrogante demais que joga piadinhas lá da fila comum: Esse menino ai é grande, aposto que já anda! E sou obrigada a responder: Sim meu senhor, ele já anda, porém o "crianças de colo" ali na plaquinha se refere a crianças até 2 anos, o meu não tem ainda por isso me encaixo na fila preferencial e ainda tenho mais 10 meses para desfrutar deste beneficio.Ou respondo assim, ou tem horas que quer saber?, faço ouvido de mercador, ligo o dane-se e continuo na minha.
 
- Das idas ao shopping...depois do baby. No finalzinho da gravidez eu já ficava imaginando como seria levar meu filho ao shopping, ele brincando, eu deixando ele solto, eu correndo atras dele, eu gritando: vem cá menino, eu pegando o carrinho do "xópis" emprestado (hohoho, eu sempre quis fazer isso), eu visitando o banheiro "familiar" e o fraldário, o Bryan naquelas cadeiras de restaurante especiais para crianças. Quando fomos a primeira vez ele ainda era pequeno, passeou bastante no carrinho, dormiu na hora que fomos lanchar, ficou com apetite de leão a tarde e devorou o potinho inteiro de papinha e ainda mamou. Eu mãe-bicho-bobo que sou fui trocar a fralda (que estava praticamente sequinha) só para sentir como era o "clima" do fraldário, sentei na poltrona de amamentação que tinha lá e tentei der a papinha tranquilamente, daí uma mãe em pé me fuzilando com os olhos, batendo o pézinho e tudo, porque ela queria amamentar a filha e achava um absurdo eu estar ocupando o lugar para dar papinha, como eu corro de um barraco sai gentilmente e falei que ela poderia usar, ela saiu fula da vida, provavelmente queria um pedido de desculpas registrado em cartório e se foi.É, a saída ao shopping pós-filho pode ser cheia de adrenalina e perigos (vai que a mulher tinha baby blues e um 38 na cintura? quais seriam minhas chances de sobrevivência?).

- De quando você percebe que a vida passa rápido demais...depois do baby. Daí que quando eu estava grávida achava que o tempo demorava a passar, as horas pareciam segundos, e os dias eternidades, isso até o nascimento do Bryan. Tudo passou rápido demais, e você só se dá conta quando seu filho que antes usava fraldas P e pesava menos que 1 pacote de 5Kg de arroz, agora usa fralda XG, e pesa mais de 10Kg (isso quem sente é a sua coluna),quando aquele serzinho que antes dependia só de peito para se alimentar, sai pedindo tudo o que vê você comendo, quando aquele bebê frágil e delicado que dependia do seu colo para ser ninado e pegar no sono,já pega a fraldinha deita no berço e adormece sozinho e quando sai na rua anda distribuindo beijinhos.E em um segundo já consigo visualizar meu futuro: Bryan indo pra escolinha,escrevendo, tomando banho sozinho, comendo sozinho, começando no 2° grau, arrumando uma namoradinha, eu sogra, eu entrando com ele na igreja aos prantos, eu sendo avó, tá bom! já chega...pelo menos por um tempinho eu queria que a vida fosse em slow motion para aproveitar melhor todos os momentinhos.

P.S:Ainda estou devendo comentários em muitos blogs,mas logo eu visito todinhos (infelizmente a m.do blogspot fez o favor de apagar todos os endereços de blogs que eu tinha na lista aqui do lado,e tem alguns que eu não consigo incluir ,por esse motivo não vejo as atualizações)alguns perfis são bloqueados,então se fizer a gentileza de deixar o endereço agradeço!!

Bjs
2 de junho de 2011

Meu filho agressivo??

Bryan sempre foi um bebê calminho (exceto os primeiros meses que eram aquela choradeira clássica por causa das cólicas) nunca puxou um cabelo, nunca reparei muito ciúme da parte dele quando eu estou com outra criança no colo, nunca bateu em ninguém, sempre foi pacifico, na dele, sério como sempre, vez ou outra distribuia um sorrisinho, mas de uns meses pra cá tudo mudou.
Lembram o amiguinho dele? o Daniel (que é 1 mes mais velho), os pais dele são grandes amigos nosso, conheci primeiro a Roseli quando ainda fazia biologia, e ela é a única amizade daquele tempo que mantenho contato direto, acho que por causa da maternidade (se tem uma coisa que pode afastar ou aproximar alguem, essa coisa é a maternidade) depois que eu descobri a gravidez ela passou a me dar muitos conselhos (e olha que eu sou mais velha 4 anos) e a partir daí vivemos grudadas...rs

Bem,mas vamos ao título do post, o primeiro bebê que Bryan teve contato foi o Daniel, eu e Rose já faziamos mil planos quando eles ainda estavam na barriga, que eles iriam ser melhores amigos, ir pra São Januário juntos assistir os jogos do vascão, quem sabe montar uma banda de rock (já que ambos os pais são guitarristas), e é muito engraçado ficar imaginando como será a amizade dos dois quando forem maiores, poderiam falar que são amigos de infância, etc, blá blá... Mas depois que Bryan completou 12 meses ele passou a ver o Daniel como concorrência. Bryan não suporta que ele pegue seus brinquedos, não gosta quando eu pego o Dan no colo, não deixa o Dan entrar no seu "espaço" da cômoda, e começou a fazer o que eu mais temia: agredir o amiguinho. Ontem eles vieram assistir o jogo do Vasco, e Bryan puxou o cabelo dele com tanta força que deu pena, Dan começou a chorar de soluçar, apesar dele ser mais fortinho que Bryan ele é super sensível, se alguem sai do quarto onde ele está, pode ser eu ou Bruno ele começa a chorar, ele é muito carinhoso e sentido. E minha cara foi no chão, briguei firme com o Bryan, dessa vez ele não riu, mas voltou a puxar o cabelo dele mais 2 vezes, o empurrou e pra finalizar ficava toda hora tirando os brinquedos da mão dele.

Maridóviski queria dar tapinha na mão, mas quer saber? eu não concordo com este método, acho que não ensina nada a criança, falei para ele só chamar a atenção sério e se ele voltasse a fazer colocá-lo no colo afastado do Daniel (nada de berço...rs).Se tem uma coisa que estamos sempre conversando aqui é sobre a criação do Bryan, como os dois são pais de 1° viagem, ficamos perdidos as vezes sem saber o que fazer, mas uma coisa que sempre combinamos é de nunca bater, nem tapinha na mão, nem no bumbum, em lugar nenhum, acho que tapa gera tapa e isso seria base para ele repetir o comportamento dele, do tipo: se mamãe e papai me batem vou bater também.Eu apanhei algumas vezes quando era criança, e só lembro de ficar chamando minha mãe de chata e desejar que ela tivesse um treco para nunca mais me bater, já o Bruno apanhou demais coitado, a própria mãe admite que as vezes era dura demais, uma vez relatou que deu uma surra de toalha molhada (palavras dela) e que Bruno ficou roxo ,cheinho de hematomas, e depois ela sentiu pena e foi abraçá-lo...se é pra se sentir culpada depois prefiro não fazer.

E depois de ter falado firme que ele não podia fazer mais aquilo, eu ensinei ele a fazer carinho no amiguinho, assim como ele faz com agente, nessa questão ele sempre foi muito carinhoso, de passar a mão no meu cabelo com a maior delicadeza, e depois ainda colocar a fraldinha no meu rosto para fazer o que eu chamo de "cafungar" (ele coloca o rosto bem coladinho no meu e esfrega), depois do chororô dos dois, Bryan se aproximou do Dan e começou a fazer carinho no cabelo dele,e os dois ficaram bem pelo resto da noite, e entre tapas e carinhos todos se salvaram (exceto pela vergonha que estou sentindo até agora).

Com todo esse ciúme fico pensando como seria a reação do Bryan ao irmãozinho (a), será que ele vai ver o irmão (ã) como concorrência? será que vai ter ciúmes do novo bebê? Esses pensamentos me deixam bem confusa sobre o ter ou não o 2° filho tão próximo.Se bem que minha mãe deu um espaço de 7 anos quando teve minha irmã caçula, e eu sentia muitos ciúmes e tentei até afogar a bichinha na banheira.Acho que só "vivendo" na pele pra saber. E as mamys de 2 filhos, como fizeram para lidar com o ciúme??

bjos

Contando...

 

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