15 de julho de 2011

Bryan Lucas Copperfield


Quer sumir com algum item? esconder dinheiro para até você mesma não achar? quer desaparecer com aquela sua velha pulseira só para ganhar outra de presente? fale com Bryan Lucas Copperfield, "el márrico" que faz tudo desaparecer.

E daí que aqui em casa minhas coisas começaram a sumir misteriosamente, de pulseira, anel, chinelo, brinquedos, controle remoto, pend drive, cd, dvd, celular e até itens maiores como ursos.Incrivel como esses itens desaparecem do nada quando tocados pela mão do meu pequeno mágico, e olha que minha casa é um kinder ovo e eu procuro em todos os cantos e não acho.
Mas o pequeno mágico também tem o poder de fazer itens antigos e esquecidos aparecerem em segundos, foi assim que achei minha carteira de trabalho esquecida em algum lugar da casa.

E com apenas 14 meses, o pequeno mágico não utiliza de artificios como pano, dançarinas gostosas ou truques baratos, ele faz tudo bem na nossa frente. Ele também tem o poder de teletransportar a chupeta, mamadeira e outros dos seus lugares até o cesto de roupa suja ou outros lugares, e o poder de deixar a mãe maluca procurando tudo.
Não duvido nada que ele faça um coelho aparecer na cartola (ah se ele tivesse uma).

bjos e bom final de semana.
14 de julho de 2011

Mais sobre a festa...

Cês me aguentam falando mais sobre a festa do Bryan? (diz que sim)
Então lá vamos nós, ontem chegou o cd com todas as fotos oficiais,agora sim dá pra ver a minha decoração desastre.
Vamos as fotos: (clique nas fotos para ver ampliado)

Aqui dá pra ver a decoração direitinho.Usei 3 ursinhos para decorar,eu mesma fiz a roupinha de napa marrom, de um lado a bandeja de mdf que eu comprei e pintei, e uma caixa de papelão forrada com o mesmo tecido que usei como passadeira na mesa, só arrematei com uma fitinha vermelha.


Nessa foto dá pra ver que a minha pessoa calculou super mal a parede onde ia ficar o tecido,acabei comprando pouco tecido, isso porque a cabeçuda foi no sítio e esqueceu de medir. E dá pra ver que usei pouquíssimas coisas na mesa para não poluir o visual,alias eu queria uma coisa clean do clean. Não dá pra reparar,mas nem tempo de fazer bainha nos tecidos eu tive.


 O meu bolo falso torto (que após a festa foi direto pro lixo,as formiguinhas agradeceram) e os buchinhos artificiais que comprei para dar um tchan na deco.
Sente a falta de organização e o espírito de improviso da pessoa: essas bolas coladas aleatoriamente na parede, eram para ser um cacho lindo e bem feito,só que como eu cheguei tarde no sítio (depois dos convidados) não deu tempo de fazer nada, e o que a cidadã fez? pendurou de qualquer jeito,só pra dizer que teve bola na festa.Recomendo planejar bem antes o tempo para confeccionar o arco,porque é trabalhoso e demora.


O topo de bolo foi a única coisa que salvou,ou melhor,quase salvou,eu pedi para a menina fazer ursinhos marrons e a mula me tasca ratinhos (pelo menos pra mim isso parece um rato).Eu até chorei por causa desse maldito,mas depois dei risada.

E o aniversariante cansou...

Fez a festa com as bolas...

Paquerou a mamãe...

Fingiu que é quietinho e comportado...

Ganhou beijo da mamãe rapunzel...

Queria mais beijo...

 Andou bastante sobre a grama...

Estourou várias bolas...

Mamou bastante...



Brincou com seus amiguinhos...

Foi bastante paparicado pelos pais...


 Chorou querendo a bola...

Sorriu ao ver a bola...

 Ganhou mais beijinhos...

 Agarrou a bola...

 Mordeu a bola cheio de nervoso...

Descansou no colinho do papai...

Chupou um dedinho na falta de sua "pepeti"...

Foi paparicado mais um cadinho...

Se irritou com o chapéu do titio...

 Descansou no colo da mamãe...
 Se encantou com o parabens...

 Ficou fascinado pela vela...

Foi feito de "simba" pelo papai...

Foi paparicado pelos avós maternos...

E pelos avós paternos também...

Paparicado pela titia...

Comeu seu primeiro brigadeiro...

E não curtiu muito...




Queria abrir os presentes...

Ganhou sua "pepeti" no final da festa...

Sorriu...

Ficou pensativo...

Ganhou seu primeiro beijo...

E curtiu...

Destruiu o topo de bolo...

Bateu papo com o papai...


E no final de tudo pude dizer: valeu tudo a pena!!
bjos
12 de julho de 2011

Considerações sobre as tias

Bryan tem 6 tias (4 moram longe, 1 faleceu e 1 mora ao lado).As tias de Aracaju ele nunca conheceu, a tia que mora em outro bairro ele viu poucas vezes, a tia que mora ao lado ele vê todo dia, e a tia que mora em São Paulo ele só viu com 3 meses e agora 1 ano depois.
Eu sempre pensei como seria a interação dele com minhas irmãs, porque sempre me falaram que tia "estraga" o sobrinho. E é real minha gente.

Bryan esta numa fase que imita tudo o que fazem, antes era menos, mas agora ele imita TUDO, daí que minha irmã está a 3 dias nos visitando e ela e meu cunhado já ensinaram várias coisas para o Bryan.
Minha irmã chama o Bryan de: prision Bryan, porque  casa toda é cheia de "barreiras" para ele não ir aos lugares proibidos (banheiro,cozinha e parte baixa da sala), daí que o primeiro "estrago" foi minha irmã ensinando o Bryan a descer a parte alta da sala.Pense numa criança parecendo pinto no lixo? era meu filho, todo contente, toda hora querendo subir e descer, e ainda olhava para a tia buscando aprovação se estava fazendo certo.
Depois ela começou a puxar os cabelos e gritar e quem foi logo imitando?? Bryan.
E meu cunhado, para provar que tio também estraga, ensinou meu pequeno a dar língua (o pai ensinou primeiro,mas ele tinha parado com essa mania).Ainda tem muitas coisas que ele aprendeu essa semana,mas vou deixar pro post dos 15 meses.

O festival de "estragos" não acabaram por ai. Ela deu frango com farofa, disse que dar pimenta é bom, e ainda tentou dar café pra ele (quase enfartei).
E o plano "como estragar seu sobrinho" ainda conta com o projeto pintura, onde ela "pretende" colocá-lo sobre um papel branco, só de fraldinha, e com tinta guache por todo lado, só por cima do meu cadáver.
Para completar o "estragar o filho dos outros é bom" a tia malvada, ops, Nathalia, ainda prendeu meu bebezinho no quarto escuro, e só soltava quando ele começava a chorar.
É mana,deixa só nascer o priminho do Bryan (campanha: quero ser tia logo),ele vai ler tudo aqui e se vingar...muahá muahá (risada maquiavélica).
11 de julho de 2011

Maternidade, um universo paralelo.

Desde que me tornei mãe,percebi que meu mundo geralmente gira em torno de fraldas, papinhas, fraldas, mamadeira, fraldas, birra, fraldas, chupeta, fraldas e mais fraldas.É como se o título de mãe viesse com todo um histórico junto, como se fosse uma nova vida, como a coroação de uma rainha ou um rei, só que nesse caso a rainha (mãe) é quem irá servir aos súditos (filhos).
Existe todo um universo paralelo a vida real, e esse universo é a "maternidade". Mas esse universo paralelo só conhece quem vive, quem recebe o título de mãe.
Para muitos "seres normais" o universo da maternidade não passa de uma fantasia. Mas para nós "seres dotados do título especial" esse universo é real e cheio de suas particularidades.

Esse universo, só é compreendido única e exclusivamente por quem já foi ou quem é mãe.É como se as outras coisas do mundo se desligassem automaticamente, e tudo o que pensamos, sentimos e queremos dependesse única e exclusivamente de um ser: nosso filho.
Para você ter uma ideia do quanto a pessoa se desliga do mundo, eu só fui saber que ipad existia semana passada (plantinha desinformada), também não sei quem é o presidente da Lituânia, não sei cantar a nova música do Luan Santana, não sei qual o modelo mais novo de celular da motorola, só fui saber que Bin Laden estava morto por causa do twitter, não sei qual a roupa da moda, não sei quem ganhou o último big brother, não sei quem matou quem na novela. Mas eu sei o nome de todos os integrantes do Hi-5, sei qual legume é mais nutritivo, sei quantas calorias tem a maioria dos alimentos, sei o nome e a dosagem da maioria dos remédios que meu filho usa ou provavelmente irá usar (e isso não aprendi só na faculdade), sei o nome da maioria das doenças, sei todas as vacinas da caderneta de cabo a rabo, sei todas as musiquinhas de abertura dos desenhos, sei a data de cada dentinho que saiu, sei a data da primeira vez que ele andou, sei o peso e altura de cada mês de vida dele, sei qual a melhor comidinha que ele gosta, e sei também todas as comidas que ele detesta, sei trocar fralda no escuro, sei vesti-lo sem acordá-lo.

Nos últimos 14 meses meu universo tem sido a maternidade, eu leio folheio o jornal só por ler, e mesmo assim pulo todas as páginas e vou logo para as fofocas (confessei),não sei muito de economia, mas em compensação sei tudo do mundinho da maternidade, quando uma atriz fica grávida acho que eu fico sabendo até antes dela mesma.Sei o nome que elas escolhem, sei se foi cesárea ou parto normal, sei com quantos kilos e centimetros o novo bebê nasceu, e acho que vejo a foto antes mesmo dos familiares.É como se tudo o que você quisesse saber gerasse em torno da maternidade, como se só esse assunto tivesse um real interesse, uma espécie de: poxa, não sou a única no mundo que só pensa no filho!
Pelo twitter e blogs fico sabendo de TUDO, sei o que o filho da amiga blogueira come, se está dormindo bem, se está dodói, como vai a rotina.Mãe que é mãe se une, se abraça, na tristeza ou na alegria.Mães se entendem, se entrosam, ajudam uma a outra, e estão sempre dispostas a responder qualquer tipo de pergunta, qualquer dúvida, por mais cabeluda que seja (tipo analisar o cocô do filho alheio).Ao mesmo tempo que nos desligamos de tantas coisas, nos conectamos ainda mais a maternidade conhecendo outras mães.

O título de mãe vem com um pequeno efeito colateral: a amnésia. Esse título faz com que esqueçamos de como a vida era antes do bebê; como era ter um sono longo e interrupto por mais de 5h, como era comer em silêncio em um restaurante, como era ver uma série ou filme sem ter que dar pause, como era a vida sem o "caça a chupeta" ou "caça ao brinquedo preferido", como era ver a casa limpa por longas 24h, como era ter tudo no lugar, como era comer comida quente, como era comer sempre no mesmo horário, como era viver sem cheiro de cocô espalhado pelo ar, como era a vida sem discovery kids, como era ter a roupa de cama limpa por mais de 1 dia, como era sair sem se preocupar a que horas voltar, como era tomar um banho sem ter que sair toda ensaboada para socorrer o filho, como era a casa sem os gritos do filho, como era uma ida calma e tranquila ao shopping sem ter que fazer uma "maratona são silvestre" atrás do filho, como era a casa sem os brinquedos espalhados, como era comer algo sem o filho pedir.

O título de mãe também traz muita coisa boa e recompensas maravilhosas, traz sorrisos, gemidinhos, mãozinhas pequenas que agarram dedos, balbucios, trocas de olhares que emocionam, chorinho com lindos biquinhos, abraços, ouvir a palavra mamãe com frequência, e sempre se emocionar como se fosse a primeira vez, carinhos, sorrisos ao dormir, sorrisos ao acordar, ver seu coração batendo do lado de fora...
De uma coisa eu sei bem: eu amo fazer parte desse universo paralelo!!

bjo
8 de julho de 2011

Das facilidades da vida...

E a vida seria bem mais fácil se:

- A mamadeira viesse com um botão auto-clean embutido;
- Se as roupas fossem voando para a máquina e depois para o varal;
- Se os bebêzinhos e bebêzões viessem com uma tecla SAP para traduzir o dialeto bebêies para o português;
- Se existissem ajudantes como a dos jetsons;
- Se o cocô se auto-destruísse nas fraldas;
- Se o xixi evaporasse;
- Se comer comida congelada fosse considerado saudável;
- Se os brinquedos fossem como os do desenho toy story;
- Se os brinquedos fossem andando para a caixa após meu filho brincar;
- Se meus cabelos fossem grudados na cabeça e não ficassem espalhados pelo chão;
- Se a minha vassoura fosse mágica;
- Se meu banheiro tivesse um sistema de limpeza igual ao do lava-jato para carros: passou o rolo,tá limpo.
- Se eu usasse só pratos, talheres e copos descartáveis;
- Se um dia tivesse 48h para dar conta de tudo...

bjo
7 de julho de 2011

Vale uma palmadinha?

Apanhei algumas vezes na minha infância. Na maioria das vezes pela minha mãe.Meu pai só me deu uma surra, e foi inesquecivel. A única coisa que me lembro quando apanhava, é que achava minha mãe a pior pessoa do mundo, eu tinha raiva dela, e desejava que ela tivesse um treco para nunca mais me bater (isso eu contei pra ela recentemente).Já meu esposo apanhou muito.De toalha, chinelo, vara, por várias pessoas que cuidaram dele (pois a mãe dele trabalhava).
As únicas coisas que eu tinha certeza sobre a criação do meu filho, antes mesmo de planejar ter um, seria que eu jamais iria usar o tapa como recurso, nem em último caso, e que jamais gritaria com ele.

Claro que depois da maternidade muita coisa muda. A opinião sobre algumas coisas (cama compartilhada, oferecer certos tipos de alimento,etc) mudaram, mas uma coisa que nunca mudou foi o meu repúdio ao tapinha.
Certa vez um tópico em um forúm me chamou atenção. Nele a mãe relatava, que era a pior mãe do mundo. Que o pai da criança (uma bebê de 6 meses) havia deixado a casa e não ajudava com as coisas básicas para a criação da menina.Foi quando a menina começou a chorar e a mãe deu tapinhas nela, porque estava em "estado de nervos". Eu e muitas amigas blogueiras que conheci aqui, mostramos o nosso repúdio a esse método, só que muitas outras meninas passavam a "mão na cabeça" dizendo que é assim mesmo, que acontece, que não deve ter doído, que se ela pediu desculpas depois tudo bem.
E após termos falado que não achamos certo e que independente do motivo, nada justifica uma palmadinha, muitas meninas foram chamadas de "dondocas", "riquinhas", e as mães acusavam que elas eram as "senhoras perfeitas" e que a vida delas era boa, devia ter empregada e por isso não tinha aborrecimento e estresse.

Mesmo sendo rica, ou tendo toda ajuda desse mundo, todo mundo passa por um estresse ou outro. Ninguém é perfeito por causa da posição social, status ou dinheiro.
Eu já passei muito estresse, já fiquei nervosa, já senti raiva, mas nem por isso bato no meu filho. Tenho problemas como qualquer pessoa tem, mas jamais teria coragem de encostar um dedo na hora da fúria no meu filho.
Certa vez minha sogra contou que deu uma surra de toalha molhada no Bruno, até ele ficar cheio de hematomas e chorando de soluçar.Depois ela ficou com pena e chorou junto pedindo desculpas.
A maioria das mães que batem nos filhos, se sentem culpadas por fazê-lo.Eu sempre penso que, se vou fazer algo para me arrepender depois, é melhor nem fazer.
Bryan apronta muito,como a maioria das crianças, ele já fez muita bagunça, já quebrou coisas dentro de casa, já mexeu onde não devia, já ficou nervoso por uma ordem que eu dei e ele não quis acatar, mas eu nunca levantei a voz ou bati nele.

Acho que violência gera violência, se sem bater nele, as vezes ele fica nervoso e me dá um tapa, imagina se eu batesse?
Não precisa ser rica pra saber que não vale a pena bater, e sim, é crime contra a criança e a sua consciência.Não precisa ter ajudante, estudos, falar inglês ou hebraico pra saber que não se desconta ira ou raiva por outras coisas em uma criança inocente. A mãe que fez aquele infeliz desabafo, queria que outras mães pudessem "passar a mão na cabeça dela", dizer que aquilo acontecia, que não ia se repetir e por isso ela não era o monstro que achava ser.Mas ela encontrou outras mães que não concordaram com sua atitude e se achou no direito de julgar.

Não vale bater no meu filho, pra depois ir correndo pedir desculpas que ele não irá entender.Palmadinha não educa, e quem disse que um tapinha não dói? dói sim! Será que a mãe que bate gostaria de levar um tapinha por ter feito algo errado? Eu nunca gostei, não gostaria e jamais vou usar este método com o Bryan.
E seguimos assim: 14 meses na lei seca contra a palmadinha.

bjos
6 de julho de 2011

O frio, as bochechas, e os treinos

Daí que o inverno no Rio de Janeiro, não é aquele inverno que você diga: "puxa mas que frio,não vou nem tomar banho hoje." A temperatura é agradável, faz um solzinho lindo pela manhã, que dá para lavar roupa, colocar o guri pra pegar um sol e um ar no quintal, e a noite que o frio chega.Mas essa semana tá um frio de lascar, 15°C, dentro de casa meu termômetro registrou 20°C,o que não é muito comum,já que minha casa é bem quentinha. Nesse tempo o ruim é que as roupas demoram quase 4 dias pra secar, o estoque de meias acabam rápido, e pior morrodemedo do Bryan ficar resfriado, o que até agora graças a Deus não aconteceu. Além disso minha sinusite ataca e marido fica malz com a rinite.

Só sei que eu não sobreviveria em lugares com temperatura abaixo de 0, sério, se aqui eu já fico batendo os queixos, nem quero imaginar onde neva. E as bochechinhas do Bryan no inverno? fica a coisa mais linda, toda rosadinha, como fica também quando ele pega muito sol.
Em falar no Bryan o menino anda cada vez mais esperto.Dá muita pernada na gente, outro dia eu coloquei o berço atravessado na parte da cama, para ele não chegar ao guarda roupas, e o que o safadinho fez? passou por baixo.Eu tenho que estar de olho todo segundo,ainda mais agora que ele descobriu as tomadas, e onde fica ligado o computador é até escondido (atras da cômoda), mas não é páreo para meu furacãozinho, ele já desligou 2 vezes o computador (uma hora vai queimar) enquanto eu digitava no blog (ainda bem que fica tudo salvo automaticamente).
Ele ganhou 1 carrinho do tio Gugu, e se encantou com o fusquinha, e agora brinca direitinho (já faz um tempo mas esqueci de registrar), e ainda faz sonzinho com a boca, mas o que ele curte mesmo é brincar de um carro batendo no outro (nem preciso dizer que o pai ensinou).

A tia Jessica ensinou ele a fazer "sou eu" com as mãos, toda vez que ele vê a foto dele no papel de parede e falamos :é você Bryan, ele coloca as mãos no peito como quem diz: sou eu.
Agora ele avisa quando faz cocô, claro que eu tenho que perguntar: fez cocô filho?, daí ele sobe a blusa, coloca a mão na barriga e sai correndo com a outra mão no bumbum.Claro que tem vezes que o safadinho me engana e não fez nada, mas é só ele ouvir a palava cocôzinho que já sai correndo fazendo isso.
Em relação a fala, ele diminui bastante as frequentes palavras.Agora é papai pra todo lado, até eu virei papai (buá), ele só aprendeu a falar vovó, faz uma semana, mas também falou poucas vezes.O que ele mais fala é neném, au au , cabô (acabou) e papai.Credito essa diminuição da fala pelo uso da chupeta, eu evito sempre deixá-lo com chupeta, mas o pai sempre incentiva daí é fogo.Todo dia de manha ele pede, mesmo eu escondendo (ele já sabe os meus esconderijos, coloco sempre embaixo do travesseiro ou em cima da cômoda), já estou pensando num modo dele largar essa bendita, pelo menos na parte da tarde, porque com a chupeta ele não fala e tenta "falar" através dos resmunguinhos.

Mudando completamente de assunto, ontem começei a tomar acetoflux (remédinho para fazer a miss red aparecer), vou tomar 5 comprimidos, e vamos ver o que acontece, espero logo poder reiniciar os treinos.

bjos

P.S: Quero agradecer a todas que me felicitaram os parabens! Logo passo no cantinho de todo mundo.

Contando...

 

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