16 de junho de 2012

Voto

Olá meninas.
Estou precisando de votos na minha postagem que está concorrendo ao melhor post do mundo, e de quebra ganhar uma viagem que sempre sonhei em fazer (só sonho mesmo, porque money pra ir rs)
Para votar é só clicar aqui e nem precisa confirmar, só clicar em vote.
Obrigada para quem votar.
14 de junho de 2012

O melhor post do mundo: Codinome mamãe

 Este post está concorrendo ao melhor post do mundo.

"Engraçado como seu nome se torna algo obsoleto depois que você engravida.
Tudo começa com a noticia: Tô grávida.
E logo vem os parabéns junto com o seu novo nome: Parabéns MAMÃE.
Sim,a partir do dia em que você se descobre grávida, seu nome passa a ser outro.
E convenhamos, para que perguntar seu nome, se podem te chamar sempre pelo codinome universal??


E a partir desse dia você só é conhecida pelo seu codinome, é uma espécie de conspiração do universo, você se torna mamãe para tudo e todos.
No dia da ultra o médico fala: - Vamos ver de quantas semaninhas a mamãe está!
No hospital para ganhar o Bryan todos me chamaram de mamãe, do anestesista até os médicos e as enfermeiras que adoravam repetir: Mamãe não pode deixar o bebê na maca. Mamãe o bebê tem que ficar no bercinho. Mamãe leve seu filho para vacinar na enfermaria. Mamãe é assim que segura o bebê para amamentar. Mamãe tá na hora de tomar o banho. Mamãe tá na hora da janta. Mamãe olha aqui seus remédios. mamãe, mamãe, mamãe.
Parecia uma espécie de mantra que todos adoravam repetir.

E ao sair do hospital você pensa que estará livre de ser chamada de mamãe por ai. Que nada, sou chamada de mamãe em todos os lugares que vou:
No mercado, na hora de pesar os legumes, eu com o Bryan no colo: - Pode por o legume na balança mamãe!
Na fila preferencial: - Pode passar na frente mamãe.
Na hora de subir no ônibus o motorista fala: - Cuidado ai mamãe.
Na farmácia com o Bryan no colo comprando produtinhos: - Posso ajudar mamãe?
No atendimento do SAC de produto infantil: - Senhora, posso lhe chamar de mamãe? Pode né, se eu disser que não pode você não vai chamar? risinhos da atendente, e logo ela volta a falar: veja bem mamãe.
Até o marido entrou na conspiração e vez ou outra faz a dublagem do nosso filho: -Mamãe me troca. Mamãe quero mamar. Mamãe tá na hora da minha janta. Mamãe tá na hora do meu banho. Mamãe tô cagado. Mamãe quero brincar(e pior ele fala tudo isso na linguagem bebeiês).
E pra me irritar ainda mais fala na hora que quer ir pro "vamovê": -Vem cá mamãe! não rola né, broxante.

A palavra mamãe devia ser única e exclusivamente para uso dos filhos! E assim eu teria 1 ano para me preparar para assumir meu novo codinome. Mas meu filho ainda nem fala e eu já ouvi um zilhão de vezes a palavra: mamãe.
Já estou até cogitando a possibilidade de adotar mamãe como sobrenome definitivamente. Meu nome passaria a ser: Jacqueline Braga Fayão de Andrade Mamãe! Não, ficaria muito grande, é melhor só mamãe mesmo. Já vi que terei que me acostumar a ouvir mamãe nas próximas décadas, até o dia em que esse codinome será trocado pelo codinome: Vovó!"
8 de junho de 2012

7 semanas e como foi a descoberta.

Olá people. Sei que estou devendo os comentários nos bloguitchos, mas o Bryan e seu terrible comportamento two tá me deixando careca já, e eu não tenho tempo nem pra limpar a casa :(
A descoberta foi assim: Minha menstruação era para ter vindo dia 17 de maio, mas como ela sempre atrasava eu esperei paciente. Dia 20 me bateu um sono incomum. A tarde eu sempre ficava na sala lendo enquanto o Bryan dormia (tempos bons), mas quando o sono batia não conseguia ficar acordada de jeito maneira. Este foi o primeiro sinal.
Como eu senti muitas cólicas na gravidez do Bryan, pensei que seria igual dessa vez, porém, não sentia nadinha. As dores nos seio foram o segundo indício.
No dia 25 eu estava calma e tranquila, crente que a monstra estava só tirando uma comigo. Tive uma conversa séria com o Bruno, a partir desse mês eu iria voltar a tomar o anticoncepcional, pois conversamos e achamos melhor ter só um filho, ou então deixar um tempo maior entre eles. Bruno foi na farmácia e ao invés de trazer o AC, ele veio com a caixinha do teste.
Fui pro banheiro crente que não daria nada, como das outras vezes nesses 14 meses em que deixei de tomar o remédio, mas antes do 1° minuto as duas listrinhas subiram. Chamei o Bruno correndo e comecei a chorar...de tristeza, de incredulidade, de alegria...não sei, foi uma confusão de sentimentos.

Apesar de achar que estava pronta para viver essa experiência desde que o Bryan tinha 11 meses, a realidade é bem diferente. Eu fiquei apavorada. E tudo culminou com a diferença de comportamento do Bryan. A minha primeira reação foi: estou traindo meu filho. Tive medo dele me rejeitar, de se sentir abandonado. Depois foi a dúvida: será que darei conta dos dois? Como o Bryan irá se comportar com o irmão?
Logo que descobri a gravidez o enjôo me pegou de jeito. Fiquei super mal por dois dias, não conseguia comer nada, e nem podia sair da cama.
O enjôo passou um pouco, às vezes sinto um incômodo, uma tristeza, mas espero que isso passe logo.
Bjos
6 de junho de 2012

E como o Bryan lidou com a notícia?

Aqui em casa estamos todos baita resfriados. O que serviu para o Bryan ficar amuadinho e super manhoso esses dias. Não sei se isso tudo coincidiu com a descoberta da gravidez, ou se é o famoso terrible two, o verdadeiro culpado de tudo, mas os dias especialmente as madrugadas tem sido tenebrosos.
Quando descobri a gravidez (vou fazer um post ainda contando sobre isso), o Bruno logo pegou o Bryan e falou: você vai ser o irmão mais velho. Óbvio que o bichinho olhou com aquela carinha assustada e repetiu a palavra: irmão.
Depois ele veio beijar minha barriga, e a simples menção ao bebê ou a barriga, ele corre para dar um beijinho coisamaislindademãe.
But, após alguns dias o Bryan mudou da água para o vinho. Passou a pedir colo com frequência, se jogar no chão fazendo manha, e acordar de madrugada. Não, você não leu errado, Bryan regrediu e passou a acordar de madrugada chorando e pedindo colo. Não adianta estar na poltrona ou deitada no sofá, ele quer colo em pé! E ai de mim se recusar. Ele abre o berreiro, e eu já tentei deixá-lo chorando, mas ele não para.

Tem sido difícil. Minha coluna não é mais a mesma, e com o resfriado tenho sentido muita dor no corpo e de cabeça, agora imagina acordar às 4:00 da madruga para embalar uma criança de 13Kg?
Não deu outra, comecei a sentir cólicas, mas como não tenho sangramentos estou tranquila ainda.
Ontem completei 7 semanas e os sintomas sumiram. Nada de enjôo (graças a Deus), nem muito cansaço (alguém tem que limpar a casa néan?), mas o sono tem me dominado. Para piorar tudo, Bryan às vezes se recusa a dormir de tarde. Tem dormido lá pelas 16:00, quando antes às 14:00 já estava com sono.
Não sei vocês mamães de crianças com 2 anos, mas esta fase está sendo a "peor". Pior no sentido que eu suponho que ele entenda tudo que eu falo, mas resolve me ignorar.
Aonde eu errei, não sei, mas sinto que fracassei em alguma etapa. Quando ele fica nervoso me chuta e se eu der mole ele me bate de mão aberta. Eu tento falar com carinho e paciência, mas sabe quando a criança finge que nem escuta?
Eu só espero que essa fase terrível passe logo. Quero meu bebê carinhoso e dorminhoco de volta. Não aguento mais acordar de madrugada chorando junto com ele, pensando onde eu errei.
bjos
30 de maio de 2012

1 é pouco...2 é bom demais,


Eu sempre sonhei em ter três filhos. Talvez tenha sido uma influência da minha mãe que teve três filhas, e também o fato que eu amo família grande. Porém, depois dessa segunda gravidez o  projeto louco varrido de ter três filhos até os 30 foi super vetado.
Não dá pra negar que ter filhos demanda tempo e dinheiro. E quando falo em dinheiro, não estou pensando nos custos com fraldas, leite, brinquedos e roupas, e sim na educação. Estudar no Brasil é caro, e ter ensino de qualidade é mais caro ainda. Faculdade, dá pra estudar e passar para uma pública (faz favor né filho!), mas eu me preocupo com o complementar: curso de inglês (que eu era louca para fazer, e meus pais não tiveram oportunidade de me colocar), curso de guitarra, curso de bolinha de gude e o que mais ele quiser inventar. Se pagar isso tudo para 1 já é brabo, imagina pagar pra 3???

Quanto ao tempo estou pensando em mim. Vou fazer 27 anos esse ano e ainda não fiz minha tão sonhada pós-graduação (não entreguei nem minha monografia da faculdade), não fiz academia, não prestei nenhum concurso que desejava, adiei meu tão sonhado curso de inglês, ainda não fiz aquela viagem de segunda lua-de-mel para a Europa (tá bom, isso vai demorar bem mais rs). Há tantas coisas para realizar em tão pouco tempo!!
Quem tem filhos pequenos sabe que às vezes precisamos deixar nossa vida de lado para dar o melhor para eles. Pelo menos no ínicio o cuidado é 0 para nós e 1000 para eles. Não digo que é uma perda de tempo, jamais!! É mais como uma pausa nas nossas próprias prioridades. Sei que quando eu tiver no alto dos meus 45 anos, vou dar muita risada com um Bryan de 20 anos e o mais novo de quase 18, relembrando como eu me desesperava sem saber como seria criar 2 filhos com diferença de idade tão pequena (2 anos e 9 meses), e pensando quando teria tempo pra mim.
Eu vejo mulheres que criaram 3, 4, 5 filhos e praticamente viveram para eles, e na velhice tudo o que resta é fazer tricô para os netos. Muitas não estudaram, e não tinham nenhum projeto pessoal além dos filhos. Acho louvável quem nasceu para ser mãe, para cuidar da casa e dos filhos, mas eu não sou assim. Aqui eu tenho uma enorme influência da minha avó, que foi uma mãe guerreira de 4 filhos, e quando o último marido faleceu, precisou sustentar a casa com seu próprio trabalho.
Eu sou ativa. Gosto de trabalhar, de estar na rua, de ver gente, de ter meu dinheirinho e cultivar meus hobbys (em especial é a leitura).

Ficar em casa com meu filho é um prazer, eu tento dar o melhor de mim, que é o meu tempo e a minha disponibilidade para cuidar dele. Mas eu não me imagino pausando minha vida uma terceira vez.
É por isso que com o consentimento do maridón, decidimos encerrar a fábrica. A princípio ele foi todo solícito oferecendo seu corpitcho para realizar a vasectomia (cirurgia que a maioria dos homens machistas morrem de medo de perder a virilidade, ou sei lá mais o que), e chegamos a pensar na ligadura também, mas segundo informações da minha sogra, antes dos 35 não é muito seguro, pois pode reverter (Deus me livre e guarde). Ainda não sabemos como iremos fazer, pode até ser que inicialmente eu me entupa de anticoncecpcional, mas a essência é: 1 é pouco, mas 2 é bom demais da conta!!!!

P.S: Antes de descobrir a gravidez do new baby, conversamos que seria melhor ter só o Bryan. Eu até tinha concordado em ter somente 1 filho e voltar a tomar o AC no mês de junho, mas 2 listrinhas mudaram tudo e como.

P.S²: Nossa decisão é absoluta e independente de qual for o sexo do new baby. Eu não tenho e nunca tive preferência de sexo (só tinha uma forte intuição na gravidez do Bryan que seria mãe de menino), portanto, se vier outro meninão ficaremos tri-mega-felizes e fecharemos a fábrica de qualquer jeito.

Mais alguém aí fechando a fábrica com dois filhos??
bjos
28 de maio de 2012

5 semanas

Olá meninas. Ainda estou em sofrendo o "baque" da notícia rs
Engraçado que sempre que eu pensava em ficar grávida novamente, imaginava uma sensação diferente, pois nada é novidade, mas não tem sido assim. Tudo tem sido uma montanha russa de sentimentos.
Primeiramente esta gravidez está muito diferente da gravidez do Bryan. Estou sentindo muita náusea e praticamente estou tendo uma overdose de bromoprida para evitar os enjoos, e mesmo assim tem sido forte. Fora isso,estou sentindo um sono incomum, e uma vontade louca de arrumar a casa (única parte boa rs). Não estou sentindo nenhuma cólica.
Estou muito ansiosa para fazer a primeira ultra e ouvir o coraçãozinho do meu bebê. Pelos meus cálculos estou com 5 semanas e 6 dias.
Obrigada a todas que passaram por aqui, em breve irei retornar os comentários assim que o mal-estar passar.
bjos
25 de maio de 2012

1+ 1 = 4


Não, você não leu errado. Hoje dia 25/05 a matemática ganhou um novo significado.
Vem aí mais um baby. Estou gravidíssima, e assim que a euforia passar volto para explicar tudo.

P.S: Ninguém da família e amigos sabem (exceto meu pai e sogra) e quero manter assim até ter a confirmação com a ultra!!
Bjos

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